Derrota de Evo demonstra o fracasso do populismo na América Latina

O populismo na América Latina está com os dias contados. O movimento se difundiu com um discurso de esquerda, buscando o confronto entre 'pobres' e 'ricos' e trazendo em seu bojo a promessa de crescimento. 

Espalhou-se pelo Brasil, Venezuela, Argentina, Bolívia e Equador. 

De fato, na década de 2000, houve condições propícias e os populistas podiam bravatear e se gabar de seus feitos, graças ao fluxo de dinheiro vindo do exterior. Além disso, as matérias-primas que a América do Sul exporta, como soja, trigo e petróleo, estavam valorizadas no mercado global. 

Entretanto, os novos tempos, a gravidade da crise econômica e, fundamentalmente, a corrupção desenfreada, estão levando ao naufrágio todos esses governos.

Na Argentina, Cristina Kirschner já foi substituída por Maurício Macri, na Bolívia o povo já decidiu, em referendo, que Evo Morales não concorrerá a novo mandato presidencial, na Venezuela a situação é caótica e no Brasil, o PT vive os seus piores dias.

Mais especialmente no Brasil, a Operação Lava Jato está fazendo com que políticos e empresários poderosos respondam por seus atos ilícitos. 

O último alvo foi justamente o marqueteiro João Santana, o mago pago a peso de ouro, que não permitiu que esta fase complicada na vida da nação fosse encerrada no último pleito.

O marqueteiro é acusado de ter recebido, através de offshores, US$ 7 milhões da Odebrecht, produto de corrupção na Petrobras.

da Redação

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