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O que será de Sérgio Moro? No meio do caminho tinha uma máscara...

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Chegou o momento da decisão do futuro destas duas vertentes da política nacional. As eleições presidenciais mostravam como favas contadas para o PT e coligados, e/ou favas contadas para o PSDB e aliados.

Mas no meio do caminho surge Jair Bolsonaro. Não conseguiram, segurar a esperança do brasileiro. Foi eleito!

Nada mais justo, para o povo brasileiro, que o novo presidente do Brasil convocasse o grande nome do momento para o Ministério da Justiça. Sérgio Moro foi convidado para o cargo. Felicidade geral da nação!

A esquerda não perdoava, em nenhuma hipótese, o que Sérgio Moro havia feito contra o outrora líder nacional, Lula.

Saraivadas incessantes para cima do Ministro da Justiça. Objetivo; derrubar o governo e de quebra criminalizar Sérgio Moro. Por pouco, mas muito pouco mesmo, o advento das denúncias de Glenn Edward Greenwald com uma série de escutas telefônicas, e que balançaram as estruturas do governo, e de Sérgio Moro, chegava a seu intento. A grande imprensa se alia ao processo.

E quem abraça, protege e se coloca na linha de frente para defender Sérgio Moro? O governo federal. Através de seus meios institucionais, desmantela toda a farsa, aponta os culpados, mas...

Sob o comando do próprio Sérgio Moro, em especial, a Polícia Federal, ainda que pese seus méritos na busca do fim da corrupção e do tráfico de drogas, começa a causar incomodo sobre a inanição das investigações da tentativa de assassinato de Jair Bolsonaro em 2018 e também da história mal contada, e suas denúncias, dos hackers do caso Greenwald, já presos, inclusive.

No meio do caminho tinha uma máscara. Tinha uma máscara do meio do caminho. Perdoe-me, Carlos Drummond de Andrade, pelo plágio.

Em meio à pandemia do Coronavírus, desmandos nos governos estaduais e municipais, politização do judiciário e judicialização do legislativo, Sérgio Moro deixa o governo. Bomba atômica política.

É nesse ponto, como necessário e providencial, escancaradamente, a até então, bipolarização da política (governo X esquerda), que deixou de existir. O cenário não é mais governo contra esquerda, que abriu mais um braço de tendência à concorrência. Definitivamente a direita dualista formada por PSBD, MDB, DEM, e outros, entrou em cena. Antes estavam apenas alimentando a briga política. Literalmente, mirando o pulular das ondas.

Por ora, a oposição, unida por todo tipo de laço, até os inimagináveis, está de braços dados contra o governo Bolsonaro. A qualquer preço, a qualquer custo. Por enquanto, respondem apenas por oposição.

Sérgio Moro? Bem... Sérgio Moro, sem alternativa, despiu-se da toga, desnudou-se da falta de vergonha, e alinhou-se no front de combate para, quem sabe, capitalizar seu frágil epíteto de herói, e aspirar vôos mais altos, pelo menos em sua vesga concepção.

A pergunta é: O que será de Sérgio Moro?

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