Sobre demissões e "censura" de jornalistas conservadores

O problema principal não é a criminalidade esquerdista demitir jornalistas conservadores dos veículos que dominam. Fizeram isso na Folha de S. Paulo, na Veja, na Globo e, agora, estão acentuando essa separação na Bandeirantes, dispensando o trigo para ficar somente com o joio.

O problema central é outro. É a guerra assimétrica imposta à sociedade brasileira, onde despedir jornalistas conservadores é normal e aceitável, mas despedir vagabundos que fazem apologia do socialismo é "censura à imprensa" e "ataque à democracia", gerando uma gritaria interminável da máfia.

Quando a direita finalmente comprar alguns veículos, ela estará em seu direito legal, constitucional e democrático de despedir toda a escória defensora de Maduro, de Lula e das ditaduras como Cuba e Coréia do Norte.

No entanto, essa demissão em massa de membros da escória será tratada por muitos como o "maior ataque que a liberdade de imprensa já sofreu no Brasil".

Não é censura uma empresa despedir, porque se nós, conservadores, acharmos isso, estaremos trabalhando a favor da verdadeira censura, uma vez que ficaria subentendido que não estamos mais vivendo sob a lei da livre iniciativa e do capitalismo. Se um patrão quer despedir, que despeça.

Porém, a guerra precisa ser simétrica: a criminalidade esquerdista despede jornalistas honestos, e os conservadores despedem vagabundos.

Marco Frenette

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