Muito obrigada Hélio Schwartsman: Você mostrou a face mais nojenta da sociedade brasileira

Ontem a Folha de S.Paulo publicou um artigo intitulado “Por que torço para que Bolsonaro morra”.

Não precisa ser um grande interpretador de texto para entender o que esse cidadão pensa.

E não é a 1ª vez que esse sujeito vomita letras contra o presidente. Em abril escreveu artigo intitulado: “É ético torcer para que Bolsonaro adoeça?”.

Se não bastasse isso, ainda diz que “a vida do presidente vale o mesmo que a de um mendigo viciado em crack”.

Esse tipo de comportamento nos ajuda muito a entender uma parcela de pseudo intelectuais, que tem espaço na grande mídia e que torcem para que o governo acabe.

Talvez você não esteja ligando o nome à pessoa mas Hélio Schwartsman também é autor do texto que defende que corruptos não devem ser presos, afinal “A sociedade não ganha nada encarcerando pessoas que não representem perigo físico a outros cidadãos”.

O artigo de ontem é uma lavagem na alma daqueles que tentam mostrar ao mundo quem tem voz na impressa brasileira.

E sim, eles devem ter voz! E devem responder pelo que falam e escrevem!

Afinal é isso que chamamos de liberdade de expressão.

Mas, o mais interessante será acompanhar o dia seguinte da publicação:

O Ministro da Justiça André Mendonça estuda denunciar o autor do texto pela violação do art. 26 da Lei de Segurança Nacional, que trata de crimes contra a honra contra o presidente.

E agora eu vou pegar minha pipoca.

Hélio é jornalista assim como Oswaldo Eustáquio.

Hélio atacou o presidente da República. Eustáquio o ministro do STF.

Hélio está solto. Eustáquio está solto após 10 dias na cadeia.

A imprensa chama Hélio de jornalista, mas segundo o portal dos jornalistas, ele é bacharel de Filosofia pela USP e não consta menção de que tenha feito jornalismo (ressalta-se que não é preciso fazer jornalismo para ser jornalista).

Já Eustáquio, chamado pelos jornais de blogueiro, é jornalista formado.

Certamente veremos entidades de jornalismo defendendo Hélio e calando em relação a Eustáquio.

E mais uma vez fica comprovado que para essa turma a igualdade e a defesa dos direitos de uma classe só vale para quem comunga de suas ideias.

Igualdade e respeito é a bandeira mais hipócrita que essa turma levanta!

Muito obrigada Hélio Schwartsman!!

Obrigada por mostrar a face da parte mais nojenta da sociedade brasileira!!

Flavia Ferronato. Advogada. Coordenadora Nacional do Movimento Advogados do Brasil

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