‘Liberdade Ainda Que Tardia’, o Gigante acordou

Cada vez que tem uma eleição o povo vibra, o povo torce. Até parece que é Copa do Mundo, ou melhor, parece uma final da Copa do Mundo. Torce-se por seu candidato como se torceria pelo Brasil em uma final contra a Argentina. Ou talvez, quem sabe, em uma partida em que se pudesse devolver o 7 a 1 para a Alemanha.

Realmente quando se olha na cara de determinado candidato, ele até parece que é alguém sério, do bem, que vai mudar a situação, que vai ajudar o povão. Mas não, é apenas mais um candidato mascarado, que aparece a cada quadra de anos nas ruas pedindo votos, tomando café ralo nas canecas dos casebres, e pegando crianças com o nariz escorrendo no colo.

E nós até acreditamos, na verdade, queremos acreditar que, com esse camarada, a coisa será diferente. Queremos sonhar que o candidato é honesto.

Será demais pedir isso? Pedir que o candidato seja honesto?

E por mais que nos decepcionam, continuamos sonhando, afinal de contas, somos brasileiros, e dizem que não desistimos nunca. Como diz a melodia, “nunca pare de sonhar.”

Alguém já disse que quando uma pessoa deixa de sonhar, ela morre. O ser humano, por natureza, sempre tem seus projetos futuros, sonha com dias melhores, é natural, é essencial, é humano.

E depois de tantas decepções, o brasileiro quase desistiu de seu sonho em ver dias melhores.

Tancredo ganhou, mas não levou, em seu lugar assumiu o Sarney; bem, o Sarney é o Sarney, o Maranhão e o Amapá que o digam.

O caçador de marajás das Alagoas confiscou a poupança. O Itamar relançou o Fusca. O vagabundo do FHC se aposentou aos 37. Um parêntese, não o estou ofendendo, ele mesmo o disse.

O Lula, bem, o Lula é o Lula, o Mensalão, Petrolão, o sítio e o apartamento que o digam. Ele nos legou Dilma, a ensacadora de ventos. E, para nosso pesadelo, queriam nos deixar um poste na presidência.

Mas, depois de tanto sonhar, os brasileiros viram a possibilidade de suas utopias se tornarem realidade. A utopia da família como recebemos de nossos ancestrais. O sonho de ter meios de exercer a autodefesa diante da criminalidade. A esperança de que nossas crianças aprendam mais matemática e gramática, e menos putaria precoce.

A esperança se materializou em outubro de 2018, encampada e encarnada na pessoa de Jair, o Messias, Bolsonaro, quando alguém que não usava máscaras recebeu a confiança desesperada de mais 57 milhões de robôs, que armados de seus títulos eleitorais, foram às urnas e consagraram o Jair ao ver nele a concretização da mudança da história do Brasil.

Dizem que Jair Bolsonaro é desbocado, que o seja, não elegi o Mito para ser o Papa, um santo, ou uma rainha da Inglaterra; mas para ser o Presidente da “terra de Marlboro” chamada do Brasil.

Bolsonaro é rude? Sim ele é. É bruto, indelicado, impulsivo? Sim, sim, sim. Mas ainda prefiro uma verdade dura e cruel, a uma mentira melosa e suave.

Prefiro as patadas do Bonoro ao defender a cloroquina para salvar vidas, e a volta à normalidade, do que os contos e fábulas bem elaboradas e eloquentes dos governadores e prefeitos que prenderam trabalhadores, soltaram assassinos e estupradores, e construíram hospitais de campanha superfaturados, cavaram milhares de covas desnecessárias para enterrar os desavisados.

Enfim, apareceu um homem diferente, sem máscara, e usando verde e amarelo.

Que homem é esse que levanta a bandeira do Brasil e nos faz acreditar que dias melhores virão? Que homem é esse que encerra os trinta anos de governos de esquerda, e principalmente, os 13 anos de azar do Brasil debaixo das garras do PT?

Que coragem é essa, que depois de ser esfaqueado ainda caminha no meio das multidões sabendo da possibilidade de infiltrados no meio do povo querendo atentar novamente contra a sua vida?

Que homem é esse que luta para que possamos ter liberdade para expressar nossa opinião nas redes sociais?

Mas eles não vão calar a nossa voz. Vamos vestir as redes sociais de verde e amarelo. Vamos vestir a camisa do Brasil. E pendurar em nossas janelas a nossa bandeira. Não vamos nos calar diante dos corruptos.

Vamos vencer. Somos 57 milhões do lado presidente. Ainda é tempo lutar, ainda dá tempo de levantar as nossas vozes e nossas bandeiras.

Tenho uma péssima notícia para aquelas que pretendem derrubar o Jair Bolsonaro. Vocês realmente que vamos votar em candidatos da esquerda? Se o Bolsonaro for cassado no TSE nós iremos votar no candidato que nosso presidente escolher.

Vocês não vão vencer. Se vocês conseguirem derrubar um homem, o presidente, tem mais 57 milhões que permaneceram de pé.

Esquerdistas, um aviso, relembramos o sabor da liberdade. Como diz o estandarte mineiro, LIBERTAS QUÆ SERA TAMEN – Liberdade Ainda Que Tardia.

Esquerdistas, o Gigante acordou. O Brasil venceu. Vocês já perderam. Só não sabem disso ainda.

NILZA MACHADO FALEIRO DE SOUZA

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