Senador denuncia ataque comunista ao governo (veja o vídeo)

Aos 83 anos de idade, e com quase 38 anos de vida pública como deputado federal, o senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) conhece como ninguém os bastidores da política, inclusive, ele participou da Assembleia Constituinte, em 1988. Para quem ainda insiste em dizer que comunismo é teoria da conspiração, não deixe de ver essa entrevista exclusiva do senador à TV Jornal da Cidade Online. Com toda sua experiência, Arolde de Oliveira ressaltou:

“Durante esses 13 anos de PT e Lulopetismo, houve um aparelhamento do estado, com o estabelecimento de pessoas, de instituições, de conselhos, etc... todos focados na divulgação e manutenção da implantação de um sistema totalitário comunista marxista no país. A eleição de Bolsonaro deu um cavalo de pau, mudou o rumo, estamos agora nesse confronto”.

O senador destacou que vivemos um período de confronto ideológico, entre as ideologias de esquerda, marxistas e socialistas, e o ideário liberal e conservador, porque, segundo ele, os liberais não têm ideologia, têm ideário, de defesa da vida, da família, das tradições histórico-culturais.

“Existiu um processo longo no passado, de aparelhamento ideológico do estado nos últimos governos da esquerda, e hoje estamos sofrendo esse reflexo, evidentemente. Essa CPMI de Fake News segue no mesmo sentido. O Supremo instaura um inquérito de fake news, isso tudo é um esforço coordenado no sentido de controlar a liberdade na internet, de acordo com os modelos totalitários da China, da Rússia, Cuba, Coreia do Norte...”, ressaltou o senador.

Para senador, o silêncio do Congresso Nacional é preocupante

Arolde de Oliveira revela que vê com preocupação o avanço do STF no poder executivo e legislativo.

“Fui constituinte e debati todas essas questões que estão na Constituição brasileira, estou muito preocupado. A independência e harmonia dos poderes estão ficando abaladas pelo ativismo político, tudo direcionado contra o poder executivo. O silêncio do Congresso Nacional é preocupante, uma vez que o Senado é responsável pela manutenção do equilíbrio entre os poderes”, afirmou.

Covidão vai revelar mais roubos

O senador comentou, ainda, sobre os absurdos cometidos por governadores e prefeitos durante a pandemia.

“Impediram o presidente de coordenar unitariamente, a nível nacional, o controle da pandemia, só cabe ao governo colocar dinheiro, e mais de 5.500 cabeças decidem os absurdos jurídicos para controlar pessoas, cometendo abuso de autoridade, prendendo, dando tiro, cometendo uma tortura psicológica nas pessoas, levando pânico e medo, isso é um absurdo. Tudo com objetivo de criar pânico, e criar razões e motivações para receberem mais dinheiro para roubarem mais, como o Covidão está demonstrando e vai prosseguir, extensão do que feito nos governos da esquerda, que devastaram as finanças públicas do país.”

Assista a entrevista:

da Redação

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