São Paulo ultrapassa 1,1 milhão de exames de COVID-19

O Estado de São Paulo já realizou mais de 1,1 milhão de exames para diagnóstico do novo coronavírus. O balanço inédito foi apresentado na coletiva de imprensa desta quinta-feira (16), com o lançamento do Placar de Testes do Governo de SP.

O levantamento totaliza 1.158.851 testes realizados até o dia 30 de junho e mostra um aumento de 514% no volume de testagem, desde abril, com crescimento mensal e gradativo. Em março, foram 26 mil; em abril, quadruplicou, chegando a 108 mil; em maio chegou a 361 mil, mais que o triplo em comparação ao mês anterior; por fim, em junho, novamente foi dobrada a capacidade, chegando a 663 mil testes no mês passado.

Ainda em março, havia apenas diagnóstico por RT-PCR (transcriptase polimerase). A partir de abril, os testes rápidos passam a ser utilizados com maior ênfase, respondendo por 17% do total de exames naquele mês. Em maio, o percentual saltou para 33% e, em junho, chegou a 34%. No início de julho, a proporção é de 43%.

O teste é uma ferramenta fundamental para enfrentar a pandemia. Por meio dele, consegue-se identificar a pessoa infectada e auxiliar nas ações de vigilância, incluindo a indicação da quarentena para a pessoa infectada e seus contactantes.

Assim, não apenas reduz a propagação do coronavírus, como também reuni elementos contribuem para a definição das medidas de retomada gradual das atividades de forma consciente e segura, sempre com o foco de salvar vidas.

Os exames do tipo RT-PCR ( Transcrição reversa seguida de reação em cadeia da polimerase) servem para confirmar se a pessoa está infectada, sendo indicado até o sétimo dia de sintomas gripais).

Já os testes rápidos permitem identificar se o paciente já foi contaminado no passado e passou a possuir anticorpos contra o coronavírus, com recomendação de uso após o oitavo dia de sintoma ou para pessoas assintomáticas.

E a pergunta que fica é se todos que procuram, acham teste na rede pública para fazer?

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Ednei Silva

Professor, jornalista e escritor.

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