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Bolsonaro quebra recorde na liberação de rádios comunitárias, para desespero da grande mídia

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Comunitarismo é o liberalismo que se preocupa com o próximo, não somente com os interesses do indivíduo.

Comunitarismo é fortalecer o bairro, e não Brasília, a Capital e o Prefeito.

A própria sigla da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias, ABRAÇO, retrata o objetivo do comunitarismo.

O presidente da ABRAÇO, Geremias Santos, observa que as rádios têm alcance de somente 4 km, e portanto não deveriam ser uma ameaça às grandes organizações de comunicação desse país, muito menos jornais.

Na pandemia deram um show, com informações úteis, transmitindo cursos online.

Possuem somente 25w, são sem fins lucrativos, não podem ter anunciantes, somente apoio cultural.

Por isso a grande imprensa quer impedir o surgimento do comunitarismo, onde a ênfase é na notícia local, aquela que interessa.

Comunitarismo é contra o Brasília e menos Brasil, imprensa com objetivo lucro, do liberalismo frio e insensível aos outros, da direita despreocupada com os que ficam para trás.

O que não justifica serem acusados de rádios políticas, só por que fazem o que todo jornal, TV e Rádio deveriam fazer.

Se preocupar com os interesses da comunidade do ouvinte e não da Quarta Classe de pessoas medíocres que tomaram o país.

Apoiem todo movimento em prol do Comunitarismo, como estou fazendo agora, antes que seja tarde.

Stephen Kanitz. Consultor de empresas e conferencista brasileiro, mestre em Administração de Empresas da Harvard Business School e bacharel em Contabilidade pela Universidade de São Paulo.

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