Esconder o remédio que combate o vírus é crime contra a humanidade, denuncia Dr. Wong (veja o vídeo)

28/07/2020 às 07:01 Ler na área do assinante

Em entrevista exclusiva à TV Jornal da Cidade Online, Dr. Anthony Wong, médico pediatra e toxicologista, compartilhou as informações mais recentes sobre o combate ao coronavírus, trazendo esclarecimentos muito importantes para a população.

O especialista ficou à vontade para expressar suas opiniões, sem nenhum tipo de censura ou filtro ideológico, diferente do que ocorreu na entrevista para uma TV a cabo, quando a transmissão foi cortada no momento em que o médico falava algumas verdades incômodas para a narrativa do lockdown total e seus efeitos destruidores. Em valiosa conversa com nossa repórter, Dr. Wong pôde falar livremente e compartilhar um pouco do seu conhecimento.

Confira alguns destaques:

Governadores e prefeitos esconderam o remédio

“As informações que nós temos, tanto do Ministério da Saúde, como de órgãos distribuidores... estamos tendo um excesso de suprimento de hidroxicloroquina. Está sendo escondido por governantes mal intencionados. Isso é crime contra a humanidade. Tem até prefeitos e governadores, como se fossem médicos, proibindo os médicos de prescrever remédio, onde já se viu isso? Não conheço ninguém que morreu por causa de hidroxicloroquina para prevenção de malária, por que agora?

Estratégias erradas no combate ao vírus já trazem consequências

“Quem fica gripado no verão? Quase ninguém, é o mesmo vírus. Isso demonstra que, ao invés de enfrentar a COVID como uma doença respiratória, trataram como uma entidade especial vinda de Marte, ou outro planeta do sistema solar, que veio assombrar o mundo, e não era nada disso! Com toda essa estratégia errada, você fez com que destruíssem economias, aumentou o isolamento social, aumentou a insegurança das pessoas, aumentou a depressão, suicídio, violência e principalmente a fome nos países mais pobres, como África, Índia e Brasil também. Ninguém aguenta 150 dias de quarentena.”

Hidroxicloroquina nas favelas

As classes A e B estão muito egoístas. As classes C, D, E estão dividindo as coisas. As organizações criminosas perceberam a importância da hidroxicloroquina e estão dando hidroxicloroquina para as pessoas das favelas. As classes A e B não está querendo tomar por egoísmo, desinformação, alguma coisa assim.”

Assista a entrevista completa:

da Redação
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