Lula chama a militância para a rua e desafia Sergio Moro

Uma 'provocação banal e imbecil' e dizendo-se vítima de um 'sequestro', Lula afirmou ser mais honesto do que o juiz Sergio Moro.
'Pode pegar o Procurador-Geral da República, pode pegar o doutor Moro, pode pegar o delegado da Polícia Federal e juntar todos eles. Se eles forem um real mais honestos do que eu, desisto da vida pública.'
"Fico ofendido quando hoje sou sequestrado na minha casa. O ‘seu’ Moro não precisaria ter feito essa coisa chamada... como é mesmo? Condução coercitiva. É como se eu estivesse preso. Hoje pra mim foi o fim. Foi ofensa pessoal, ao meu partido, à democracia, ao estado de direito."
Lula chorou várias vezes diante de milhares de militantes do PT que lotaram a quadra do Sindicato do Bancários, no centro de São Paulo, num ato em homenagem a ele e contra as investigações da Operação Lava Jato.
O choro ocorreu nos momentos em que o petista falou sobre a ascensão social de negros e pobres, de quando recebeu minorias no palácio do planalto e quando mencionou a eleição de Dilma.
Lula voltou a negar ser dono do sítio em Atibaia e do triplex do Guarujá, e reclamou de ver a mulher Marisa Leticia, ser chamada para depor.
"Eles deveriam ter chamado a mãe deles. Foram pegar meus filhos. toda minha família. Só faltou pegar minha neta de um mês. Não sei como não pediram exumação da minha mãe. Eles foram lá de manhã, todos gentis, mas fazendo perversidade. Foi um desrespeito a alguém que dedicou a vida a esse país como eu dediquei."
Ao final de seu discurso de quase uma hora, declarou em tom de desafio: 'cutucaram o cão com vara curta'.
da Redação

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