A pá de cal sobre a foice e o martelo

Depois de ler incontáveis estudos, relatórios e notícias divulgadas pelos mais diversos veículos idôneos de comunicação sobre a pandemia do COVID-19, me posicionei, de forma contundente, exigindo que a China e seu comandante Xi Jinping fossem julgados (e condenados) por um Tribunal Internacional, em face de um dos maiores (senão o) genocídios que a humanidade já registrou.

Todavia, pasmem, houve quem, sem nenhum conhecimento do tema e sem nada consultar tivesse o despeito e a desfaçatez de me interpelar dizendo que meu posicinamento era uma leviandade e de que eu estaria fazendo insinuações sem qualquer comprovação.

Eis que, tenho agora a satisfação e o prazer de compartilhar esta notícia com todos e, em especial aos que me interpelaram, haja vista que a notícia vem como uma luz, em meio a escuridão da ignorância e as trevas do achismo e das más intenções.

Yuen Kwok-yung, renomado cientista chinês, após longo estudo dos fatos, concluiu de forma peremptória que a China, sim, ENCOBRIU, leia-se, ESCAMOTEOU, dados sobre o coronavírus, inclusive promovendo a DESTRUIÇÃO DE PROVAS e o ACOBERTAMENTO do número de contagiados, promovendo MEDIDAS NEGLIGENTES de combate à disseminação do vírus.

Portanto, volto a dizer e a reiterar quantas vezes for necessário:

- A China e o governo de Xi Jinping devem ser julgados (e condenados) por um Tribunal Internacional diante de um dos maiores (senão o) genocídios que a humanidade já conheceu.

Verdade seja dita, não há de se fazer generalizações e se colocar todos os ovos no mesmo cesto, culpando todo o povo chinês como se fossem responsáveis.

Ora veja, o povo não é culpado pelas irresponsabilidades e atrocidades que promovem seus governantes. Sustentar o contrário seria o mesmo que culpar o povo brasileiro pelas irresponsabilidades e pelas atrocidades de vários representantes eleitos que não fizeram o mínimo que era de se esperar em prol do bem comum, diante desta pandemia, mas se dedicaram, a rodo e de forma sórdida, a fazer politicagem de 5° classe com projetos pessoais, visando obter votos, com fins notadamente escusos, muitos dos quais, diga-se de passagem, "se dedicaram com afinco" a desviar recursos públicos da saúde, para investir em câmeras e pagar agências de marketing, como se gastos com publicidade fossem uma panaceia e substituíssem massivos investimentos em saúde que deveriam ter sido feitos, a iniciar pela compra de respiradores, pela construção de hospitais, pela abertura de novas alas e leitos, pela melhoria das condições adequadas para todos profissionais que trabalham na área de saúde dentro de hospitais e por efetivas barreiras sanitárias.

Tudo está esclarecido.

Aliás, esclarecidíssimo!

Fico imaginando, aliás, nem quero imaginar, "com que cara" ficarão, inconfundíveis bucéfalos, capadócios, apedeutas, biltres, quadrúpedes de toda ordem, travestidos de intelectóides, que têm a mente cega e ainda alimentam, em pleno de 2020 d.C., paixões irracionais e doentes por "ícones" e pela ideologia da foice e do martelo.

Precisamos avançar, infinitamente mais, como país.

Se o Brasil fosse um país sério, e não fictício como infelizmente é, todas, sem exceção, apologias à ideologias totalitárias, desprezíveis, desumanas e doentes, deveriam ser criminalizadas.

O nazismo, felizmente, já foi de há muito pelo Ordenamento Jurídico brasileiro.

O fascismo, o comunismo e o socialismo, pasmem, la-men-ta-vel-men-te, ainda não.

E não bastasse isso, ainda são incontáveis e se proliferam os partidos políticos que existem no país, cultuando em seus nomes, siglas e práticas, tais ideologias.

Tal fato é um cheque em branco e uma nota promissória assinados de total falta de seriedade para o mundo.

Um traço bizarro chama a atenção em todas estas ideologias mencionadas: todas, sem exceção, são ideologias notadamente de esquerda.

Todas, sem exceção, estruturam-se, inicialmente no populismo, na demagogia, na oferta de "um mundo melhor" para os trabalhadores e nacionais, no fisiologosmo, na deturpação da finalidade de sindicatos para ocupar frentes e manter verdadeiras dinastias de sindicalistas (não confundir com sindicalizados) no poder, no aparelhamento estatal, na excessiva intervenção do Estado para tudo "resolver" (como se o indivíduo e a iniciativa privada fossem monstros e como só o aparato estatal fosse capacitado para dar respostas a todas as áreas com efetividade), na espoliante carga tributária (a bem de nutrir um Estado que faz, risos, "tudo para o bem de todos") e no fanatismo obtuso, cego, doente que mantém, sustenta e retroalimenta um mecanismo imundo e fétido, para sedimentar o projeto de poder pelo poder, através da cleptocracia, a ponto de tornar o que fizeram Senhores Feudais como estagiários, quando se sabe que a realidade da máquina é se servir dos cidadãos de bem, os quais além de trabalhar de forma digna de sol a sol, ainda são sujeitados e submetidos a entregar, ao longo de 12 meses, 5 meses de tudo o que produziram, para um "sócio" chamado Estado, que muito pouco ou nada lhes oferece.

Aos adoradores da ideologia da foice e do martelo impõe-se dizer:

Se vocês já não nos enganavam de há muito, doravante, é certo, vocês não nos enganam mais.

Pedro Lagomarcino

Advogado em Porto Alegre (RS)

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