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Um feito e tanto: Balança comercial tem superávit recorde em julho

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O governo federal acaba de anunciar que o Brasil teve o maior superávit da balança comercial desde o início da série histórica. US$ 8 bilhões.

Um feito e tanto.

Isso quer dizer que os recursos que vieram com as exportações do país foram maiores que o valor gasto com as importações. Ou seja, tivemos um ingresso fenomenal de dólares na nossa economia posto que o vendemos mais do que compramos.

Entrou mais dinheiro do que saiu por meio do processo de importações e exportações.

Essa é uma notícia extremamente positiva. Com segurança meridiana esse resultado se deve ao excelente desempenho do setor primário da nossa economia, ou seja, a agricultura, onde tivemos uma super safra de grãos, sem menosprezar outros fatores também ligados ao agronegócio e às indústrias.

Alguns vão dizer - como já ouvi - que esse desempenho positivo se deve somente aos reflexos da pandemia do COVID-19 que limitou as nossas importações.

Pode até ser, mas os números não mentem.

Outros países por acaso, não tiveram o mesmo processo de retração das importações? Claro que sim! Mas tiveram que comprar nossos produtos mais do compramos os deles. E ponto!

Também escutei comentaristas mais pessimistas, dizendo que as exportações brasileiras de julho de 2019 foram 2,9% superiores a de julho de 2020. Pouco importa. O que vale é o resultado que mostra a importância da posição geopolítica e econômica do Brasil como um grande “player” no agro negócio no mundo.

Resultado é resultado. Bola na rede!

Se for por esse ou por aquele motivo, não interessa. E termos uma diferença tão pequena em relação a 2019 também é um grande de um sucesso.

No meio de uma crise mundial astronômica uma queda nesse percentual é quase insignificante.

O sinal é extremamente positivo e esse movimento gera uma reserva de recursos que pode ser usado para investir no próprio sistema econômico e na estrutura do país.

O time está ganhando. Sinal que está bem treinando.

Fico imaginando como podemos crescer e onde poderemos chegar quando as âncoras que armaram o sistema produtivo industrial forem soltas através de uma boa reforma fiscal e tributária.

É a brisa do liberalismo econômico soprando nas nossas velas.

Luiz Carlos Nemetz

Advogado membro do Conselho Gestor da Nemetz, Kuhnen, Dalmarco & Pamplona Novaes, professor, autor de obras na área do direito e literárias e conferencista.
@LCNemetz

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