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Quem diria: Felipe Neto como intelectual das instituições

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No momento em que a internet chove de artigos produzidos por juristas de renome, protestos de advogados, professores do Direito contra violações absurdas à Constituição Federal, a OAB-Ordem dos Advogados do Brasil, ao invés de reforçar o discurso, convida Felipe Neto na qualidade de conferencista magno para defender o inquérito das Fake News. Putz! Estudei Direito para isso? Para ver operadores das normas jurídicas debaterem tema relevante com um jovem que não tem a mínima expressão no campo do Direito? Acaso Felipe sabe o que é norma jurídica?

No momento em que juristas de toda categoria, mesmo os iniciantes do curso de Direito, conseguem criticar a postura do Supremo ante a violação da Constituição Federal, o Ministro Barroso, ao invés de debater o assunto com alguém relevante do meio, faz uma live com Felipe Neto. Aí Deus! Por onde anda o Copolla que não pode participar?

No momento em que, quase a totalidade da população brasileira crítica o Congresso Nacional pela passividade ante as arbitrariedades do Supremo, Rodrigo Maia, líder maior da casa do povo, a Câmara dos deputados, chama Felipe Neto para depor sobre o tema mais questionado no Direito brasileiro pela sociedade. Poxa vida, mano, que é isso? Será que os líderes dessas instituições não conseguem acompanhar o raciocínio popular? Ora bolas, custa perguntar ao povo o que acha do Felipe Neto? Ou será que fazem propositadamente a fim de afrontar?

Felipe Neto, é o tipo soberbo que se deu bem na vida orientando crianças e adolescentes sobre assuntos condenáveis pelos mais velhos. Pois, não pode ser normal que tanta gente boa incentive os pais a não deixarem seus filhos assistirem o canal do jovem.

Felipe, nunca foi político, nem jurista, nem intelectual, mas, nesse instante, se tornou numa espécie de formador de opinião em assuntos que importam ao futuro do Brasil. Como dia não pode ser noite, tá na cara que estão usando o jovem por um propósito: justificar as injustificáveis decisões e comportamentos dos líderes institucionais. Felipe é massa de manobra. No entanto, as instituições rebaixam-se a um nível preocupante e revela que o desejo do povo não importa.

Esse comportamento desajustado daqueles que deveriam ser o molde de sabedoria e intelectualidade no gerenciamento da coisa pública evidencia a fraqueza dessa gente que faz nascer no povo o desejo pelo fim do mundo deles. Esse propósito de uso do poder com intuito de receber tão somente benefícios pessoais está com os dias contados. A sociedade, agora, consegue identificar a manipulação que antigamente passava despercebido.

A Joice Hasselmann escreveu no perfil do Facebook que, as redes sociais estão dando poderes políticos ao Felipe devido a convocação do Rodrigo Maia. “Não Joice, é o inverso, Rodrigo tá perdendo os poderes políticos”. Será que não consegue ver?

Assim como a Joice a Globo pensa. Absurdo gente. Isso demonstra o quanto essas pessoas deixaram a sensatez de lado. Isso explica o porquê, Joice Hasselmann, consegue acreditar que os comentários negativos embaixo de cada postagem dela é feita por robô. E, a Globo mantem-se no mundo do faz de conta, ainda achando que consegue influenciar o povo com as sórdidas e manipuladores reportagens usada anos a fio para derrubar ou levantar quem quisesse. Cadê a sensibilidade dessas pessoas? Os tempos são outros.

Essa incapacidade interpretativa da realidade vindo de empresas grandiosas, mídias influenciadoras, ministros do Supremo, enfim, é a exata declaração do analfabetismo funcional que se instalou no sistema. Ou, é o total fingimento, ver, mas, faz de conta que não vê. Eita gente! Vencida pela própria arrogância.

Ora bolas, tá na cara! Não são as redes quem tenta tornar o Felipe poderoso político ou debatedor jurídico, são os desesperados que querem o silêncio dos apoiadores do Bolsonaro, o fim da liberdade de expressão e a queda do governo. Felipe tem o que eles gostam: audiência nas redes.

Porém, esses poderosos sequer observam que, Felipe é ouvido por crianças e adolescentes não pela massa que decide. O povão mesmo, não apoia sequer, os vídeos publicados no YouTube, incentivando rebeldia dos pequenos. Ao que indica, os líderes institucionais se negam a crer que o Brasil é uma nação conservadora.

Aos conservadores uma fala de alento: o poder concedido ao jovem soberbo, indica que a Esquerda tá perdendo o discurso e estão sem bala na agulha. Só pode.

Josinelio Muniz - Formado em Teologia pela Faculdade Teológica Logos (FAETEL), matéria em que leciona na Comunidade Internacional da Paz – Porto Velho, RO. Bacharel em Direito pela (UNIRON) e Docente Superior pela (UNINTER)

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