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Bolsonaro vetou ajuda aos profissionais da saúde? Entenda toda a verdade! (veja o vídeo)

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Um claro sinal de que o Jornalismo no Brasil foi substituído por militância e birra contra o governo federal, é a forma como as notícias são mostradas pelos veículos de comunicação.

Praticamente toda situação envolvendo o presidente Jair Bolsonaro, é noticiada de uma forma tendenciosamente pejorativa. Pontos importantes da notícia são desavergonhadamente suprimidos para que a manchete seja a mais agressiva possível.

Não raras as vezes, a manchete é desmentida pelo próprio corpo da notícia. A grande mídia hoje pouco se difere de um jornal panfletário de Centro Acadêmico. E a notícia favorece o governo, ela é escondida, se a notícia prejudica o governo, ela é promovida de forma exacerbada. Mas se a notícia é neutra, ela é moldada para que o presidente saia prejudicado.

Por exemplo, vejamos o veto do presidente ao projeto de lei aprovado pela câmara que previa indenização de R$ 50 mil a profissionais de saúde incapacitados pela Covid. Todos os grandes veículos da imprensa noticiaram com grande estardalhaço que Bolsonaro se recusou a contemplar os afetados pela Covid.

Tentaram fazer parecer que Bolsonaro era contra estes profissionais que estão na linha de frente. E mais uma vez se utilizaram do recurso de manchetes tendenciosas e sensacionalistas, que entregam a notícia pela metade.

A verdade é que, um presidente não pode simplesmente fazer tudo que é de seu agrado. Ele tem responsabilidade com todos os cidadãos de seu país. Não tenho dúvida de que Bolsonaro gostaria de dar R$ 1 milhão para cada profissional de saúde afetado pela Covid. Mas ele estaria sendo irresponsável com o dinheiro dos brasileiros.

E estaria fazendo isso justamente num momento em que o Brasil está quase que incapacitado financeiramente em razão das políticas autoritárias adotadas por governadores e chanceladas pelo STF. O Brasil não está arrecadando bem.

Há no País, a chamada Lei de Responsabilidade Fiscal, um dispositivo complexo, mas que em resumo dispõe que: um governante não pode gastar mais do que o estado arrecada.

A indenização aos profissionais de saúde, foi proposta pela Câmara dos Deputados e depois foi expandida pelos Senadores. Ou seja, o Congresso criou uma despesa e mandou que o Presidente a pagasse. E fizeram isso sem estipular uma previsão orçamentária. Basicamente, Deputados e Senadores, querendo melhorar a sua imagem, fizeram uma doação com o chapéu alheio.

Caso o Presidente aprovasse esta indenização, poderia ele mesmo incorrer em crime de responsabilidade Fiscal, que é motivo para impeachment. E quem julgaria esse impeachment? Ora, o próprio Congresso. Além disso, o Presidente estaria desrespeitando a Lei Complementar 173/2020, que proíbe a criação de “despesas continuadas” em período de calamidade.

Lembremos que o Presidente Bolsonaro foi um dos pouquíssimos políticos no País a ficar do lado dos profissionais de saúde durante as constantes agressões que estes recebiam dos governos de esquerda, foi um dos poucos a criticar o programa Mais Médicos, que trazia profissionais sem qualificação comprovada para o nosso País.

Mas nem tudo está perdido. Tenho uma sugestão para os Deputados e Senadores que querem prover indenizações com o dinheiro que não é deles. Liderem pelo exemplo, e destinem recurso do Fundão Eleitoral para indenizar os profissionais de saúde afetados pelo Covid. Mostrem que suas intenções são verdadeiras. O Brasil agradece.

Confira:

Frederico "Fred" Rodrigues

Escritor, Empresário e Comentarista Político. 
Membro fundador da Frente Conservadora de Goiânia e Membro da Direita Goiás.

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