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Adversários de Bolsonaro usam o túmulo das vítimas como palanque político (veja o vídeo)

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Temos atualmente, dois riscos à saúde pública no Brasil. O primeiro, obviamente, é a Covid-19, que veio da China e se espalhou pelo mundo em razão das atuações do Governo Chinês e da cumplicidade da OMS.

O segundo, é um transtorno mental grave que aflige todos aqueles que colocam sua birra política contra o presidente, acima do apreço à realidade. Um tipo de Síndrome de Insanidade Rábica ativada pelo nome “Bolsonaro”.

O Brasil chegou ao número de 100 mil mortos por Covid-19, número bem inferior às previsões apocalípticas de especialistas e YouTubers “científicos” que chegaram a prever 1 milhão de mortos, mas ainda assim, um número muito alto.

Em qualquer país civilizado, o número de 100 mil mortes seria noticiado com a mesma sobriedade e respeito reservados às 99 mil e às 101 mil mortes. Mas aqui é o Brasil, epicentro da “Insanidade pós-Bolsonaro”. Grande mídia, oposição, caroneiros e traidores se uniram, não para noticiar, mas para comemorar a marca.

Um espetáculo grotesco de espetacularização do sofrimento, onde os túmulos das vítimas foram feitos de palanque, de onde todos os hipócritas e aproveitadores puderam fazer seus comícios contra o Presidente.

A perda e a dor das famílias, ficaram em segundo plano. A prioridade dos veículos de comunicação era sensacionalizar a tragédia e a dos adversários do governo era tentar alavancar seu capital político acusando, indevidamente, o presidente pelas mortes. A impressão que ficou, foi que esses grupos mal podiam esperar pela terrível marca de 100 mil vítimas. Um número que, para eles, não poderia ter seu potencial político desperdiçado. Provavelmente, nem mesmo uma vacina eficaz será tão celebrada por esses abutres.

E claro, ao transferir toda a responsabilidade ao Presidente, eles se esquecem que este sempre atuou de forma criteriosa e equilibrada diante do vírus chinês. O governo Bolsonaro decretou estado de emergência no começo de fevereiro e pediu à OMS que decretasse Pandemia. Em março, recebeu a resposta da Organização que “cuida” da Saúde no mundo, de que não era o momento, pois “seria visto como um fracasso da estratégia de contenção”.

Governadores então, se sentiram à vontade para realizar o Carnaval, (que João Dória descreveu como “contagiante”), sem nenhum receio de que o vírus já estivesse no Brasil. Drauzio Varella, garoto propaganda das políticas de saúde da Rede Globo, afirmou que o vírus seria uma gripezinha e que ninguém precisaria mudar sua rotina.

Quando o vírus chegou, Bolsonaro simplesmente disse que precisaríamos enfrentá-lo sem que se quebrasse a economia brasileira, pelo fato óbvio de que, economia também são vidas. Parar o Brasil, seria o mesmo que ceifar vidas brasileiras, como várias pesquisas já mostraram. Políticas extremistas de combate ao vírus, matam mais que o próprio vírus.

E por ser sensato, Bolsonaro pagou um preço alto. Através de ação da OAB, o STF IMPEDIU retirou a autonomia do Governo Federal e a repassou aos Estados e Municípios, e não só isso, determinou que o Governo não poderia contraria as recomendações da OMS nem da “Ciência” (seja lá o que o STF entende por Ciência). Para piorar, o Ministro da Saúde (e possível candidato à presidência em 2022) orientou que as pessoas só buscassem ajuda médica quando estivessem sentindo falta de ar, enquanto elogiava a contenção que o governo chinês fazia do vírus.

Tivemos ainda um ministro da justiça que resolveu abandonar seu país no pior momento possível, e ainda criar uma narrativa vergonhosa de interferência presidencial na PF. Expondo seus ex-colegas ministros ao insistir para que uma reunião ministerial secreta fosse divulgada.

Todos estes se calaram diante da responsabilidade do Governo Comunista Chinês diante do Vírus e da cumplicidade criminosa da OMS. A maioria, na verdade, elogiou a atuação dos dois maiores responsáveis por todas essas mortes. Ao mesmo tempo em que também aplaudiam as políticas autoritárias de governadores que colocavam a polícia para arrastar idosos pelas ruas para o “bem da população”. Sem contar, a campanha maciça contra um remédio extremamente seguro, que todos os figurões tomam, mas querem impedir o povo de tomar, a Cloroquina.

O governo federal cumpriu muito bem seu papel de prover recursos para os estados e fornecer uma renda emergencial aos cidadãos, principalmente se levadas em conta as peculiaridades do Brasil. Isso não vai impedir esses parasitas do sofrimento de subir nos túmulos das vítimas para discursar suas hipocrisias.

E não se enganem, o próximo ataque contra Bolsonaro já está engatilhado. Após terem quebrado o país, estes parasitas irão acusar o Presidente de não conseguir recuperar a economia.

Para os inimigos do Brasil, nossas vidas nada mais são do que moeda política. Eles não querem acabar com o Bolsonaro, querem acabar com o povo. Bolsonaro só está no caminho.

Confira:

Frederico "Fred" Rodrigues

Escritor, Empresário e Comentarista Político. 
Membro fundador da Frente Conservadora de Goiânia e Membro da Direita Goiás.

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