Substituição no governo...

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Querem jogar? Bolsonaro sabe jogar!

Sai Bolsonaro, entra Bolsonaro!

Aproximação de Bolsonaro com o Congresso Nacional.

Aproximação do Governo com o ninho de cobras.

Tremei-vos!!!

E não fiquem perdidos. Querem brincar, vamos brincar. Querem jogar, vamos jogar.

Querem colocar pra ‘foder’, que coloquemos pra ‘foder’.

A oposição está cada vez mais comprometida com sua própria realidade.

Sabe por quê?

Estão ficando isolados na própria filosofia do “Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é”.

Sabe o cachorro que corre atrás do carro, e quando o carro para, ele não sabe o que faz? É mais ou menos isso.

O presidente consegue preservar sua relação com o povo, com o eleitor, e simultaneamente, leva a realidade aos incrédulos e coloca a oposição para passar vergonha em suas próprias narrativas.

A Câmara e o Senado vão se atropelando.

Imagina o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, vulgo Nhonho, tendo que falar mal de “amigos”, que já não são mais aqueles amigos. E quantos serão agora? Muitos, não, Nhonho? È um tiro no meio do peito da Câmara e do Senado.

A chamada à responsabilidade de nomes do Centrão, do Temer, e agora do Ricardo Barros, dá um cala-boca na turma “xá cumigo”.

O detalhe é que nenhum deles ocupa função relevante no executivo.

É mais barato, mais eficiente, e ainda abre perspectivas políticas mais amplas.

É um troca-troca? Sim, e daí???

É um toma-la-dá-cá? Sim, e daí???

Quem quiser ver assim, que veja. O custo benefício garante resposta aos desmandos.

Se apostar no impeachment estava complicado antes, imagine agora.

A outra frente que drena o sangue do governo, mas ainda de forma ineficaz, ou seja, não dá o efeito desejado, é a turma da “justiça”.

O STF, e seus afiliados, dando com os burros n’água.

Nos mata de raiva, atrasa o Brasil, mas não passa disso.

E na diplomacia, na constitucionalidade, no reconhecimento mundial, eles responderão por seus crimes.

É só esperar!

Bola pra frente, presidente!

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