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Dilma criou até reserva indígena sem índios dentro, revela deputado amazonense (veja o vídeo)

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Em entrevista à TV Jornal da Cidade Online, o deputado estadual Péricles Rodrigues do Nascimento, do Amazonas, revela um pouco sobre a política local, e os interesses que rondam nossa floresta amazônica. Delegado de polícia, ele foi baleado no rosto em 2017, durante uma operação, e, após ter sobrevivido, decidiu entrar para a política, continuando a luta contra os marginais e buscando melhorias para o povo humilde.

“Manaus cresceu de forma desordenada, não houve planejamento, tem problemas de saneamento básico, água e até energia, além de um sério problema de segurança pública, já que Manaus é uma rota mundial do tráfico de drogas”, destacou o parlamentar.

ONGs estrangeiras roubam nossos minerais

Nascimento revelou também como funciona a exploração das riquezas da Amazônia por grupos estrangeiros:

“Tem muita gente que faz críticas, mas não conhece nossa realidade. A esquerda, ao longo de anos, proibia a exploração. E quem, por incrível que pareça, explora isso, não são brasileiros, são pessoas que vem de outros países, normalmente por meio de ONGs, explorar de forma clandestina os minerais na nossa região”, criticou.

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, chegou a fazer um apelo para que salvassem a Amazônia, pedindo ajuda da ativista sueca Greta Thunberg. A atitude do prefeito foi motivo de riso, segundo o deputado.

“Ele pediu para salvarem a Amazônia, chorou, pediu apoio da Greta, foi motivo de chacota! Ao mesmo tempo em que ele pedia ajuda da Greta, o presidente Bolsonaro mandou R$ 197 milhões para Manaus, para o combate à COVID-19”, apontou o deputado.

Dilma e a reserva indígena sem índios

Nascimento afirma que os ribeirinhos, no meio da selva, querem ter uma vida digna, querem o apoio do estado, mas também querem produzir, daí a importância de trabalhar as riquezas de forma sustentável, e isso fere interesses da esquerda, no Brasil, e também de outros países.

“No período da esquerda no poder, nossa região foi tomada por unidades de conservação ou reservas indígenas, ou seja, era proibida a entrada. Um dos últimos atos da presidente Dilma foi baixar um decreto para criar uma reserva indígena no sul da Amazônia, detalhe: não há um índio nesse local!”, revelou o parlamentar.

Covidão: Vinhos e superfaturamento na pandemia

Em tempos de pandemia, o estado não escapou da corrupção com o dinheiro público: o deputado propôs a criação de uma CPI para investigar desvios de recursos, que resultou na prisão de seis investigados, entre eles, a secretária de Saúde do estado, Simone Papaiz.

O mais escandaloso foi o caso dos respiradores da adega de vinhos. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), uma fornecedora de equipamentos de saúde vendeu respiradores que não eram adequados aos casos de UTI a uma adega de vinhos por R$ 2,480 milhões. No mesmo dia, a loja de vinhos revendeu os equipamentos ao Estado por R$ 2,976 milhões, faturando R$ 496 mil.

“Eu tenho a expertise de investigação, por ser delegado de polícia, isso me ajuda muito. Toda semana a gente tenta revelar os esquemas fraudulentos de corrupção que estão presentes aqui, infelizmente”, completou o deputado.

Assista a entrevista:

da Redação
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