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Bolsonaro e o sadismo da “Mídia do Ódio”

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Parece que uma certa imprensa deixou de ser mídia e passou a englobar tudo o que pode para tripudiar sobre a dor alheia.

Quando vê que não há mais sofrimento, que todos estão felizes ou mesmo a caminho da felicidade, eis que surge um repórter, (um repórter?) para causar dores, espezinhar ou mesmo criar uma confusão e assim sair sorrindo com o rebuliço que causou.

Sim, isso é sadismo. Imprensa Sádica. Uma imprensa que por muitos anos adentrou nas casas sem pedir nenhuma permissão; comoveu pessoas; demonstrou comoção; chegava a ir até os rincões, nordestinos principalmente, para buscar notícias e falar da dor, fome, seca, sede e lamento; denunciava e até mostrava (ou enganava?) que era uma imprensa isenta, que realizava um trabalho em favor do povo, somente para o povo.

Mas não é que essas são umas das características do sadismo. Sutil, ardilosa, inescrupulosa...demonstra, na maioria das vezes, que quer ajudar, mas na verdade seu maior interesse é ver o outro rastejando, implorando compaixão.

Bem dramática! Aliás, posso dizer que essa é uma das inspirações para as novelas que apresentam um final feliz após anos de sofrimento dos “mocinhos”.

Porém, está ao fim esse grande período de sadismo. A imprensa englobou uma dramaturgia que se colocou como a grande vilã e não consegue de nenhum jeito sair de sua própria armadilha. O que é comum para os vilões até da vida real. Podem cometer seus crimes por um bom tempo, mas chega uma hora que acabam se traindo.

Neste domingo, dia 23 de agosto de 2020, mais um enredo produzido pela sádica imprensa não teve sucesso.

Um certo repórter (ou será militante?) querendo ser o protagonista, utilizou-se da mais reles pergunta que pode fazer ao Presidente Bolsonaro e obteve como resposta a possibilidade de levar “ficar com a boca cheia e porrada”.

Foi surpresa e ao mesmo tempo prazer que sentiu o tal militante, ops! repórter ao perceber que poderia levantar a audiência de sua empresa e ao mesmo tempo ganhar honra ao mérito por tirar a paciência do Presidente da República.

Mas, o que o repórter (?) não percebeu ou não quer perceber é que o povo já não se deixa mais enganar por uma mídia que tem como objetivo transmitir cenas em capítulos do sofrimento brasileiro.

Não deu certo a provocação. O presidente respondeu pelo povo, pois, se fosse possível, o brasileiro já teria fechado um grupo da imprensa que se uniu a políticos corruptos para enriquecer ilicitamente e ainda tirar proveito da boa fé dos brasileiros. O povo acordou e agora todos sabemos que boa parte da grande mídia é corresponsável ou mesmo a grande responsável pela criação de um mundo politico sórdido e esbanjador do dinheiro alheio.

Acabou, porra!

Claiton Appel

Jornalista. Diretor da Ordem dos Jornalistas do Brasil.


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