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Um ministro do STF jamais deveria ser motivo de chacota nas redes sociais (veja o vídeo)

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Uma instituição como o Supremo Tribunal Federal (STF) jamais poderia ter qualquer um de seus membros expostos à execração pública.

Afinal, em tese, são pessoas de reputação ilibada, notável saber jurídico e altamente respeitáveis.

Porém, notadamente nesta atual formação da corte, os membros do tribunal se revezam e, invariavelmente, são massacrados pela voz democrática do povo.

A ‘bola da vez’ é Luis Roberto Barroso.

O ministro participou de um evento promovido pela Fundação Fernando Henrique Cardoso e declarou solenemente: “O Brasil tem um presidente que defende a ditadura e a tortura.”

Pronto!

Foi massacrado.

Críticas e mais críticas, serenas e raivosas, vieram de todos os rincões.

Até que o respeitado jornalista Guilherme Fiúza, ao vivo pela Jovem Pan, disparou:

“É um palhaço… Um palhaço e além de palhaço é um mentiroso!”.

E prosseguiu:

“Esses personagens “perfumados” que falam em inglês bem, são execrados pela população brasileiras, são odiados. Estão fazendo demagogia!”

Confira:

Bastou para fazer disparar a hashtag “Barroso Palhaço” e uma ferrenha campanha “anti-Barroso”.

Moral da história: De acordo com levantamento realizado pela Revista Oeste acerca do tema, prevaleceu a versão favorável ao presidente.

Assim, ante a mais esse ataque, Bolsonaro mais uma vez saiu fortalecido.

Noutras palavras, o ‘tiro saiu pela culatra’.

da Redação
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