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O que está por trás da proposta de deputado do PT, que tramita na Câmara, para acabar com o papel moeda

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O projeto de Lei 4068, de autoria do deputado federal Reginaldo Lopes (PT – MG), em tramitação na Câmara dos Deputados, prevê a extinção do papel moeda no país.

Segundo a proposta do petista, a produção, circulação e uso de notas com valor superior a R$ 50 devem ser proibidos até um ano após a aprovação do PL. Para cédulas de valor inferior, o prazo seria de cinco anos.

A proposta prevê, ainda, que a Casa da Moeda deve ser responsável pelo desenvolvimento de tecnologias para transações financeiras.

Segundo o deputado Reginaldo Lopes, a tecnologia digital seria responsável por proporcionar “todas as condições sem a necessidade de dinheiro em espécie.” Segundo avalia o parlamentar, “Terroristas, sonegadores, lavadores de dinheiro, carteis de drogas, assaltantes e corruptos estariam muito mais facilmente na mira do controle financeiro.”

Em um primeiro momento, tendo em vista os supostos empecilhos a ações criminosas, o PL pode parecer algo positivo. No entanto, como tudo o que vem da esquerda, o que se pode vislumbrar é mais uma armadilha que visa à concentração de poder nas mãos do Estado, que, à moda chinesa, poderá facilmente controlar e perseguir os cidadãos por meios digitais.

Além disso, há muita ingenuidade em se crer que, em um sistema estruturado para favorecer a corrupção, e no qual ela se retroalimenta, quaisquer tipos de crimes financeiros possam ser de fato coibidos ou dificultados com tal “revolução digital”.

Trocando em miúdos, o que esse projeto significa é que um político de esquerda quer colocar nas mãos do Estado o controle de todas as transações financeiras e, assim, o monopólio monetário nacional.

Reginaldo Lopes fala como se fosse o guardião da moralidade e da confiança, onde não pairam dúvida ou histórico de fatos que possam denegrir a imagem de um petista. Um verdadeiro santo sem mácula que quer controlar o seu dinheiro com um arsenal de ferramentas estatais que têm o poder de controlar até o que você come, quando come e onde come.

Uma coisa importante a se pensar aqui, então, é o significado maior que iniciativas como essa podem incorporar quando as relacionamos à nossa cosmovisão cristã.

O acúmulo e a centralização de poderes nas mãos de um ente que detém em suas mãos o controle das atitudes e vontades das pessoas, que se traduz, afinal, em um domínio completo sobre suas vidas e suas almas, é um claro sinal do que podemos ler no livro do Apocalipse.

Já convivemos com medidas por meio das quais você não pode comprar ou vender nada se não for com a marca da gotinha de álcool gel na sua mão direita e uma marca de um laser que mede a sua temperatura na testa.

Qualquer semelhança sobre isso é mera coincidência. Como se, em um futuro não muito distante e muitíssimo verossímil, quem não tiver a marca da vacina obrigatória na sua carteira de vacinação não poderá circular na rua. O final dos tempos parece enfim apresentar-se com o chamado new normal, o “novo normal”.

Pessoalmente, vemos tempos sombrios, em que um dragão vermelho vem arruinando o mundo com a sua tática de agiotagem; em que se empresta dinheiro para países que não podem pagar e, depois, loteiam o próprio território que dá espaço a um imperialismo que está avançando pelo mundo, mas de acordo com a corrupção de homens poderosos que se corrompem por 30 bilhões de moedas de ouro.

Enfim, são tempos estranhos, nos quais podemos sentir o avanço de uma escravidão “invisível” querendo avançar com cada vez mais sanha sobre nós, e em que não há como não percebermos uma semelhança incrível com as profecias do Apocalipse.

Fonte: camara.leg.br

Edivaldo de Carvalho

Jornalista (Estácio de Sá) – Diário Terça Livre.

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