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Qual será o futuro de Wilson Wiltzel: Presidente ou presidiário?

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“Quem o mal deseja a seu vizinho, vem o seu pelo caminho.”

Assim diz a sabedoria popular...

Vejam o caso do Wilson Wilscariotes.

Sejamos sinceros. Ele não era ninguém. Afinal de contas, assim como no futebol, o juiz só é notado quando faz M. A gente só sabe o nome dos ministros do Supremo Tribunal Federal por causa das lambanças e abusos que cometem contra o Brasil.

E assim era a vida do ex juiz federal até que em 2018, colou na campanha do Flávio, se adonou do sobrenome Bolsonaro e transmutando-se em quem parecia ser honesto e honrado iludiu mais de 3 milhões de fluminenses e cariocas e derrotou o Eduardo Paes para o Palácio Guanabara.,

A bem da verdade, a gente estava ferrado. As opções da urna eram o Wilscariotes, o filhote do Cabral, o Romário, ou os esquerdistas do PSOL e do PDT.

A gente queria mudança. Apostou no que se autoproclamava a mudança. Mas a mudança não veio. Veio mais do mesmo.

O Covid veio, e a possibilidade de fazer caixa para a campanha de 2022, falou mais alto do que as 15.859 vidas ceifadas pelo vírus chinês, no Rio de Janeiro.

Wilscariotes gastou mais de UM BILHÃO, dizendo combater o Covid-19, tudo em supostos contratos emergenciais, sem licitação e com cartas marcadas. O grosso desse dinheiro, mais de 800 milhões foram para os fatídicos hospitais de campanha.

Nome bonito e elegante para barracas improvisadas. Deu no que deu. A casa caiu.

A população se revolta porque continua vendo seu suado imposto sair dos cofres públicos, e ser jogado no lixo, ou nos bolsos dos espertalhões de plantão, enquanto as pessoas continuam morrendo de Covid.

O pior de tudo é que muitas pessoas morreram por outras doenças, porque nos hospitais do estado do Rio, e de certas prefeituras, que se transformaram em verdadeiros açougues, o atendimento ficou restrito às vitimas do Corongavírus.

A ordem é:

“Só pode morrer de Covid-19”.

Fora que muitos por medo de contrair o maldito vírus de Wuhan, nem iam aos postos de saúde, vendo sua saúde ir de mal a pior.

Mas, como não há paz que nunca termine, nem guerra que nunca acabe, agora, a conta está chegando para o Wilscariotes.

A PF na cola. O poder se esvaindo. A cela esperando.

O homem percebeu que apesar da fachada de bom moço, havia um que não precisava de fachada. Pelo contrário, seus mimizentos adversários, o acham um bruto e indelicado.

E o Jair é isso mesmo. Boca suja. Debochado. Às vezes parece um homem das cavernas. Mas é exatamente isso que o Brasil precisa agora. Um cabra macho, ficha limpa, sem papas na língua, e sem rabo preso.

Wilscariotes entendeu que para vencer alguém que a população chama de Mito, seria necessário demitizar o Messias. Como faria isso?

Se apropriando do discurso da esquerda, tentando colar no presidente a pecha de miliciano. Assim, usando a Policia Civil e o MP estadual, tentou ligar o Jair ao assassinato covarde e cruel da vereadora Marielle.

Só assim, destruindo a reputação e a honradez do presidente, seria a única forma de vencer Jair Messias Bolsonaro nas urnas em 2022.

Raciocínio perfeito. Maquiavel sentiria inveja se vivo fosse.

Assim, Wilscariotes havia programado o seu Waze da vida, na rota para um certo palácio de Brasília.

Mas, como dizia um velho amigo, Deus protege os inocentes, a farsa está se desmontando, as delações estão sendo feitas e homologadas.

Aquela voz do aplicativo está irritando Wilscariotes com os alertas que a sua rota acaba de ser recalculada para Bangu.

Bangu 1.

A sabedoria dos antigos diz que a soberba precede a queda. No caso do careca que batia no Pica-pau, a presunção era tão ofensiva, tão repugnante, que, segundo reportagem da “insuspeita” Revista Veja, o cara já enviava em seu Whatsapp, sua foto estampando a faixa presidencial no peito.

Mas, diferente do Jair, Wilscariotes não pode mais provocar ninguém a chamá-lo de corrupto, se o fizer, o chamarão.

Para encerrar proponho uma singela enquete para o leitor do Jornal da Cidade Online:

Em sua opinião, qual será o futuro de Wilson Wilscariotes? Ele será em 2023, o novo presidente, ou será, a qualquer momento, um novo presidiário?

Nilza Machado Faleiro de Souza

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