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Coppolla coloca a “mídia do ódio” em seu devido lugar e rechaça crise “inventada” entre Bolsonaro e Guedes (veja o vídeo)

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Mais uma vez, o brilho de Caio Coppolla resplandece na tela da TV.

Em noite de grande inspiração, o comentarista político colocou a extrema-imprensa em seu devido lugar.

Para Caio, essa turma está demitindo o ministro Paulo Guedes há 20 meses, desde o início do governo. E ele adverte:

“O pior é que se esse jornalismo de torcida finalmente confirmar as suas previsões, eles ainda vão contar vitória. (...) Até um relógio quebrado acerta hora duas vezes ao dia.”

E prossegue o comentarista:

“Nós já somos acostumados a veículos de comunicação ou mesmo jornalistas, que adotam políticos e partidos de estimação”.

Para tanto, Caio lembra uma matéria publicada recentemente em O Globo:

“É hora de perdoar o PT”.

Na sequência, ele demonstra que da mesma forma, que essa imprensa adotou agora um político de ‘estigmatização’. E explica o que é estigmatizar:

“É aviltar. É condenar. É rotular. Existe hoje no Brasil uma autoridade pública que canaliza da frustração coletiva da alta intelectualidade das redações. E que se tornou uma espécie de judas do noticiário. Todo mundo malha. O seu nome, claro, é Jair Bolsonaro. (...) Críticas negativas ou destrutivas se tornaram obrigatórias. Críticas construtivas, cada vez mais raras. E comentários elogiosos estão terminantemente proibidos.”

Veja o vídeo:

da Redação
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