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O dilema de Joice e o inevitável confronto com Boulos

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Joice finalmente percebeu que não é a mesma de 2018, quando se tornou a mulher mais votada da história.

Enfim, a ficha caiu.

Há poucos dias, pendurada no orgulho, aliciada pela soberba e 'convencida' de que as muitas críticas nas suas postagens eram feitas por robôs, ela menosprezou, desprezou a opinião do povo que a elegeu e se tornou ferrenha perseguidora do governo Bolsonaro.

Joice tripudiou sobre esses eleitores, “gente de mente pequena”. Aliás, não tendo coragem de ser tão direta, adotou o rótulo “bolsominions”.

Ignorou a realidade de que foi esse povo que a elegeu.

Assim, depois da divulgação da pesquisa, ela sentiu que os robôs tinham CPF e a reprovação foi tamanha que ficou abaixo do Boulos.

Como diz o jornalista Gonçalo Mendes Neto, do Jornal da Cidade Online:

"Perder para Boulos é o mais cruel retrato da decadência".

Pois é, Joice sabe disso.

Entrou na política como um fenômeno feminino, usando o slogan que agradava a multidão: A "Bolsonaro de saia".

Entretanto, nesse momento, percebeu que pode sair da política desmoralizada, perdendo até para o "Gigolô de sem-teto", como diz o jornalista Augusto Nunes.

Joice não traiu Bolsonaro, traiu seus eleitores.

Vai passar vergonha e voltar para o ostracismo.

Josinelio Muniz

Formado em Teologia pela Faculdade Teológica Logos (FAETEL), matéria em que leciona na Comunidade Internacional da Paz – Porto Velho, RO. Bacharel em Direito pela (UNIRON) e Docente Superior pela (UNINTER).

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