
A loucura e a tirania que querem nos fazer aceitar como o “novo normal”: Você vai AGIR, somente falar ou ignorar?

07/09/2020 às 12:31 Opinião

Fotomontagem reprodução
Siga o Jornal da Cidade Online no Google
Acompanhe as principais notícias do momento direto nos resultados de busca.
Direita, esquerda, socialistas, conservadores.
Palavras que antes somente um professor entendido ou filósofo esclarecido mencionavam aqui e ali, em um artigo, palestra ou entrevista, hoje, tomam boa parte da troca de palavras das rodas de amigos que se assentam nas esquinas.
Mais e mais pessoas estão se cansando de ver o político almofadinha, todo cheio de fala mansa, sair do apartamento de luxo, trocar a BMW pelo ônibus, o caviar pelo pastel e o vinho do porto pelo café amargo.
Agora todos querem ser chamados de bolsonaristas, claro, o presidente está crescendo em popularidade e as ações do governo falam mais alto que qualquer papo furado da oposição.
Agora é tentar se aliar ao presidente ou fingir que ele não existe, pois atacá-lo significa perder votos. Há os que insistem em chamar Bolsonaro de fascista, nazista, louco, covarde, frouxo, mas, francamente, não podem chamá-lo de corrupto nem de incompetente, então, devem estar muito incomodados com isso.
O circo da mídia com seus palhaços sem graça, que se consideram jornalistas e debatedores, joga uma nova isca todos os dias, minutos e segundos, para induzir o desatento leitor a uma paranóia.
Aqueles que apoiaram a prisão de cidadãos, a retirada de direitos fundamentais e o fechamento do comércio, agora, são bombardeados por notícias de grandes esquemas de corrupção, expondo ao público sua incapacidade.
Rinha de galo é razão para toda sorte de repúdio midiático, mas uma bebê ser assassinada merece uma abordagem “sofisticada, prudente e sensata”. Nunca a vida humana foi tão desumanizada.
Em meio ao clamor por leis mais firmes e duras contra estupradores, pedófilos e corruptos, há os que justificam o fim da presença policial em zonas tomadas pelo crime organizado, que tratam o pedófilo como um pobre doente e que insistem que o fim da prisão em segunda estância foi um ato de justiça. Hipocrisia é a veste mais preciosa da mídia vermelha.
Nunca o judiciário brasileiro se importou em fazer justiça, e sim, em aplicar a lei. Nunca a lei foi mais injusta para com a família, a liberdade e para com Deus.
Em prol do vitimismo, qualquer menção direta ou indireta a Deus deve ser retirada da sala de aula, do discurso político e das produções acadêmicas.
Somente a ciência deve prevalecer, fala o socialista pró-ciência, contudo esquece o fedelho mimado que homens participarem de esportes femininos, roubando o espaço de mulheres, é uma imposição ideológica e não algo respaldado pela medicina esportiva, fisiologia e biologia.
O movimento feminista e LGBTQ+ exigem respeito, porém não respeitam quem discorda de sua agenda. Aceite ou se cale, mas nunca questione. Ser mulher é ser feminista, ser gay é ser socialista, e qualquer mulher ou gay que seja contrário ao marxismo deve ser considerado um vendido, um ignorante e um traidor.
Nunca os que se dizem contrários a uma ditadura foram tão ditatoriais e os que se proclamam contrários à violência, tão violentos.
Toda agressão verbal, física, como também a destruição de patrimônio, não serão tolerados, a não ser que sejam realizadas por movimentos “democráticos e legítimos” como os Antifas.
O “novo normal” nada mais é que um eufemismo usado para forçar conservadores, cristãos e qualquer antimarxista a aceitar toda uma série de medidas que ferem a liberdade de pensamento, de expressão e de ir e vir.
“Pensem como nós ou vamos silenciar vocês”, é a idéia por trás de leis que visam controlar a informação que circula na internet, forçar o uso de máscaras e até mesmo algemar as mãos de quem escreve artigos como este.
Toda informação que desagrada os donos do poder e novos senhores da verdade, é logo chamada de Fake News, contudo a desinformação propagada pela grande mídia é vista como algo natural.
“Gabinete do ódio e seita olavista”, são termos comuns utilizados por falsos intelectuais.
Querem trabalhar questões complexas da maneira mais vagabunda possível para assim enganar. São de fato uma máquina panfletária e não jornalistas; quando o jornalismo deixa de analisar fatos para se preocupar em defender uma ideologia , vira mero panfleto e peça publicitária.
Diante da loucura cabe a sensatez, sobriedade e coragem.
Precisamos de fato pensar mais em ações, deixar as tretas das redes sociais de lado e agirmos com ousadia para proteger a nós mesmos e nossas famílias da escravidão ideológica.
Carlos Alberto Chaves Pessoa Júnior
Professor. É formado em Letras pela UFPE.







