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A loucura e a tirania que querem nos fazer aceitar como o “novo normal”: Você vai AGIR, somente falar ou ignorar?

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Direita, esquerda, socialistas, conservadores.

Palavras que antes somente um professor entendido ou filósofo esclarecido mencionavam aqui e ali, em um artigo, palestra ou entrevista, hoje, tomam boa parte da troca de palavras das rodas de amigos que se assentam nas esquinas.

Mais e mais pessoas estão se cansando de ver o político almofadinha, todo cheio de fala mansa, sair do apartamento de luxo, trocar a BMW pelo ônibus, o caviar pelo pastel e o vinho do porto pelo café amargo.

Agora todos querem ser chamados de bolsonaristas, claro, o presidente está crescendo em popularidade e as ações do governo falam mais alto que qualquer papo furado da oposição.

Agora é tentar se aliar ao presidente ou fingir que ele não existe, pois atacá-lo significa perder votos. Há os que insistem em chamar Bolsonaro de fascista, nazista, louco, covarde, frouxo, mas, francamente, não podem chamá-lo de corrupto nem de incompetente, então, devem estar muito incomodados com isso.

O circo da mídia com seus palhaços sem graça, que se consideram jornalistas e debatedores, joga uma nova isca todos os dias, minutos e segundos, para induzir o desatento leitor a uma paranóia.

Aqueles que apoiaram a prisão de cidadãos, a retirada de direitos fundamentais e o fechamento do comércio, agora, são bombardeados por notícias de grandes esquemas de corrupção, expondo ao público sua incapacidade.

Rinha de galo é razão para toda sorte de repúdio midiático, mas uma bebê ser assassinada merece uma abordagem “sofisticada, prudente e sensata”. Nunca a vida humana foi tão desumanizada.

Em meio ao clamor por leis mais firmes e duras contra estupradores, pedófilos e corruptos, há os que justificam o fim da presença policial em zonas tomadas pelo crime organizado, que tratam o pedófilo como um pobre doente e que insistem que o fim da prisão em segunda estância foi um ato de justiça. Hipocrisia é a veste mais preciosa da mídia vermelha.

Nunca o judiciário brasileiro se importou em fazer justiça, e sim, em aplicar a lei. Nunca a lei foi mais injusta para com a família, a liberdade e para com Deus.

Em prol do vitimismo, qualquer menção direta ou indireta a Deus deve ser retirada da sala de aula, do discurso político e das produções acadêmicas.

Somente a ciência deve prevalecer, fala o socialista pró-ciência, contudo esquece o fedelho mimado que homens participarem de esportes femininos, roubando o espaço de mulheres, é uma imposição ideológica e não algo respaldado pela medicina esportiva, fisiologia e biologia.

O movimento feminista e LGBTQ+ exigem respeito, porém não respeitam quem discorda de sua agenda. Aceite ou se cale, mas nunca questione. Ser mulher é ser feminista, ser gay é ser socialista, e qualquer mulher ou gay que seja contrário ao marxismo deve ser considerado um vendido, um ignorante e um traidor.

Nunca os que se dizem contrários a uma ditadura foram tão ditatoriais e os que se proclamam contrários à violência, tão violentos.

Toda agressão verbal, física, como também a destruição de patrimônio, não serão tolerados, a não ser que sejam realizadas por movimentos “democráticos e legítimos” como os Antifas.

O “novo normal” nada mais é que um eufemismo usado para forçar conservadores, cristãos e qualquer antimarxista a aceitar toda uma série de medidas que ferem a liberdade de pensamento, de expressão e de ir e vir.

“Pensem como nós ou vamos silenciar vocês”, é a idéia por trás de leis que visam controlar a informação que circula na internet, forçar o uso de máscaras e até mesmo algemar as mãos de quem escreve artigos como este.

Toda informação que desagrada os donos do poder e novos senhores da verdade, é logo chamada de Fake News, contudo a desinformação propagada pela grande mídia é vista como algo natural.

“Gabinete do ódio e seita olavista”, são termos comuns utilizados por falsos intelectuais.

Querem trabalhar questões complexas da maneira mais vagabunda possível para assim enganar. São de fato uma máquina panfletária e não jornalistas; quando o jornalismo deixa de analisar fatos para se preocupar em defender uma ideologia , vira mero panfleto e peça publicitária.

Diante da loucura cabe a sensatez, sobriedade e coragem.

Precisamos de fato pensar mais em ações, deixar as tretas das redes sociais de lado e agirmos com ousadia para proteger a nós mesmos e nossas famílias da escravidão ideológica.

Carlos Alberto Chaves Pessoa Júnior

Professor. É formado em Letras pela UFPE.

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