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Finalmente um ex-magistrado envolvido com esquema criminoso é condenado a perder a aposentadoria

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Tornou-se comum ver magistrados envolvidos em ilicitudes receber como prêmio de consolação a aposentadoria compulsória.

O sujeito é afastado do cargo, mas continua recebendo salário pelo resto da vida.

Um absurdo.

Isso pode começar a mudar.

É o que se depreende do caso envolvendo o ex-desembargador Júlio César Cardoso de Brito.

Ele é acusado de favorecer um esquema criminoso liderado por Carlinhos Cachoeira entre 2010 e 2012 e da obtenção de vantagens patrimoniais indevidas em razão do exercício do cargo de juiz membro do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª região (TRT-18).

O magistrado atuava na facilitação jurídico-processual para a organização criminosa liderada por Carlinhos Cachoeira.

A Ação por Improbidade Administrativa foi ajuizada pelo MPF em dezembro de 2013.

A Justiça Federal condenou o ex-desembargador à perda da aposentadoria e ao pagamento de uma multa de R$ 15 milhões pela acusação de receber vantagens indevidas para beneficiar o grupo criminoso chefiado pelo contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, no âmbito da Operação Monte Carlo.

da Redação
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