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Procura-se mulher que ofendeu racialmente pessoas na rua em SP (veja o vídeo)

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Uma mulher foi flagrada proferindo ofensas raciais contra pessoas na rua, no bairro Jabaquara, na zona sul de São Paulo. Rapidamente, o auxiliar de serviços gerais Leandro Eusdácio Antônio Xavier, que presenciou a cena, sacou seu celular e começou a gravar as agressões verbais.

Ao perceber que estava sendo gravada, a mulher, que aparentava estar realmente furiosa, passou a ofender Leandro, que é negro, também.

Chamou-o de macaco, chimpanzé e fedorento. Disse que iria processá-lo por está-la gravando e que tinha “carta branca”, algo como “costas quentes” ou coisa parecida.

O fato ocorreu na tarde do último sábado (12).

Xavier, que estava acompanhado do filho menor, nem conseguiu dormir direito no fim de semana e na segunda feira (14), fez um boletim de ocorrência na 35ª DP, cujo inquérito já está sendo investigado pela 97ª DP, que já busca identificar a mulher.

De acordo com a polícia, a gravação é prova suficiente do crime de injúria e será usada no processo para identificar a mulher.

A injúria racial é configurada quando uma pessoa profere palavras depreciativas referentes à cor da pele com a intenção de ofender a honra da vítima. É um crime previsto no art. 140 do código penal e pode ocasionar uma pena de 1 a 4 anos de cadeia para o infrator.

Análise do caso

Mais uma vez um absurdo caso de racismo, misturado com total falta de educação.

Por mais furiosa que estivesse a mulher, não há justificativas para fazer o que fez.

Agrediu racialmente pessoas na rua; o último, que estava gravando não fez absolutamente nada a não ser gravar a ação.

Ela tentou o intimidar e ele permaneceu firme, não aceitando a intimidação.

Xavier fez muito bem em postar o vídeo nas redes sociais, pois assim facilitará a identificação da personagem desse filme de horror.

O vídeo viralizou. Pelo jeito a polícia não deve demorar muito para identificar a ‘cidadã’ que protagonizou a cena. Que ela responda exemplarmente diante do tribunal.

Veja o vídeo do absurdo e compartilhe para identificar a mulher racista:

Everson Leal

Radialista

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