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Agora que o assunto esfriou, cantora Ludmilla vai ao ataque e processa deputado por "calúnia"

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No mês de dezembro de 2019, após uma inusitada aparição da cantora Ludmilla no programa Encontro, apresentado por Fátima Bernardes, o deputado federal Junio Amaral pediu que o Ministério Público Federal (MPF) investigasse a artista por suposta incitação ao crime.

Para o deputado, o videoclipe da música “Verdinha” era clara apologia ao plantio, venda e consumo de drogas.

“Muitas vagas nos hospitais são ocupadas por viciados e por vítimas da violência gerada pelo tráfico. Milhões de famílias destruídas por causa das drogas e você incentivando essa desgraça. Esse lixo de música não é só mais um crime, mas uma ferramenta de tragédias no país… Se dependesse só de mim, legalizaria a rinha de maconheiro”, postou o deputado nas redes sociais.

Inexplicavelmente, o MPF arquivou a representação de Junio Amaral.

Diante disso, Ludmilla agora que ir a forra. Nesse sentido, pretende abrir um processo criminal contra o deputado.

A argumentação apresentada chegou a Supremo Tribunal Federal (STF):

“A Querelante (Ludmilla) jamais perpetrou qualquer das infrações penais que lhe foram falsamente imputadas por, simplesmente, compor e interpretar a música ‘verdinha’. Ao revés. Ludmilla, artista renomada, apenas exerceu a sua liberdade de expressão cultural, o que é amplamente assegurado pela Constituição”, dizem seus advogados.

É a mais autêntica inversão de valores.

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Fonte: O Antagonista

da Redação
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