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Vacinas contra COVID-19 são seguras? Imunologista responde (veja o vídeo)

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A pandemia do vírus chinês matou milhares de pessoas e a preocupação é como conter essa doença - conseguiremos produzir vacinas eficazes contra a COVID-19?

Em entrevista à TV Jornal da Cidade Online, o médico imunologista Antonio Pinho, que tem se dedicado ao estudo das vacinas que estão sendo produzidas, compartilha informações e tira as dúvidas da população sobre esse assunto tão importante.

“O mais importante são as vacinas que chamamos de fase 3, atualmente são 9 vacinas nessa fase. No Brasil estamos na fase 3, com duas vacinas principais: Sinovach, a vacina chinesa, e a vacina de Oxford. São mais de 30 vacinas sendo produzidas no total, algumas na fase experimental animal, que a gente chama de pré-clínica.
A fase 1 é de segurança, envolve poucas pessoas, normalmente adultos, saudáveis, que são imunizados e depois acompanhados. A fase 2 é de eficácia, tem que ter um número maior de pessoas, para ver se a vacina confere imunidade”, explicou o médico.

Vacinas e segurança

De acordo com o médico, a última vacina que foi desenvolvida no mundo levou quatro anos para ficar pronta.

“A primeira coisa que tem que ter numa vacina é a segurança, porque se essa substância, ao invés de proteger, causar doenças, além do prejuízo individual das pessoas, vai causar uma verdadeira onda de pânico e uma onda antivacina, lembrando que já tivemos uma revolta da vacina no Brasil. A pergunta de 1 milhão de dólares é: as vacinas atualmente sendo testadas, além de impedir a doença, vão impedir as formas graves e fatais da doença?”, questionou o especialista.

Confira essa entrevista imperdível:

da Redação
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