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Por que Bolsonaro não cai? Como consegue se manter firme ante inimigos tão poderosos?

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Qual explicação pode ser dado ao fenômeno Bolsonaro? Como consegue se manter firme e admiravelmente crescendo ante inimigos tão poderosos? Pois é, a Teologia explica.

O dilema que confunde os intelectuais, a razão desafiada, a pergunta que virou mistério:

“Porque Bolsonaro não cai?”.

Vamos sondar um pouquinho do fato ocorrido com Sérgio Moro para concluir.

Moro era o símbolo da justiça, o mega juiz respeitado, amado, inteligente, culto, admirável, o maior combatente da corrupção; alguém poderia supor que ele, Moro, poderia se atrapalhar nas acusações feitas a Bolsonaro na reunião ministerial?

Alguém tem dúvida que o ex ministro era um super juiz, experiente, extremamente calejado com o manuseio das leis?

Imagine que alguém desse porte jamais cometeria falhas ao propor acusações gravíssimas, mas, foi isso que aconteceu, Sergio Moro, saiu desmoralizado. Um erro inexplicável que demonstrou amadorismo.

Há quem diga que o erro do ex juiz foi simples ato falho. Será?

A questão que aumenta o drama são os outros casos semelhantes que sempre terminam com a queda do opositor.

Veja Alexandre Frota. O homem cresceu expressivamente quando caminhava ao lado de Bolsonaro a ponto de o povo esquecer o passado do ator. Apesar da fama de ator pornô, Frota, se tornou respeitável ante a população conservadora.

Mas, ao romper com o governo, imediatamente caiu, perdeu o que havia construído e certamente, não se reelege na próxima.

Veja o medico Henrique Mandeta. O homem perdeu no discurso sobre saúde contra Bolsonaro. Caracas!

Sobre o uso da Cloroquina, não existe duvida que Bolsonaro tinha razão, porém, o que se pode dizer do Mandeta? O médico ficou ridicularizado ante o militar.

A coisa não para por aí.

Não podemos esquecer do governador Ronaldo Caiado, que também é médico e se posicionou contra o governo.

Assim como Nelson Teich, que pediu exoneração do cargo por não concordar com o presidente.

Todos esses homens viram Bolsonaro amplamente engrandecido. Mano do céu, no fim de tudo, Bolsonaro, venceu a "ciência". Pode isso?

Tem sido assim. Um após o outro, todos os adversários de Bolsonaro, são vencidos de alguma forma. Que o diga Doria, o poderoso PT, os artistas do "Ele Não", etc. Quem ousa se levantar contra, perde.

A minha admiração sobre o fenômeno é tão forte que já publiquei aqui no Jornal da Cidade Online um artigo com esse título: "Porque Bolsonaro não cai? A justificativa mais plausível se encontra na intrepidez de um homem que resolveu crer". O homem que em 1988 entregava solitário santinhos para candidatura de vereador, atualmente, lota aeroportos com fama superior a qualquer famoso moderno. Considerado um dos maiores influenciadores da internet, o cara só cresce a cada dia. Onde na minha existência poderia imaginar que um politico conseguiria tamanho êxito?

Caio Coppola disse que, os poderosos estão transformando o homem mais poderoso do país em vítima.

Vejam a fala do comentarista:

"Porque a tendência natural das pessoas é ter empatia por quem é atacada injustamente em todo tempo."

Na opinião do Caio Coppola as agressões injustas se traduzem no fator que enaltece Bolsonaro perante a população. Sim, o povo enxerga os ataques levianos. A questão é que antes de todo esse sistema armado, Bolsonaro, era simples deputado federal do baixo clero, ou seja, um sujeito sem expressão, mas, por incrível que pareça, o cara está vencendo o sistema.

Os olhos dos intelectuais estão firmes na Filosofia e isso os limita.

Claro, a Filosofia tem sua importância, mas para a Teologia é simples matéria para incentivar a dúvida e motivar a pesquisa, todavia, a Filosofia, possui limites. Tanto é que, a Filosofia, não tem explicação para o fenômeno Bolsonaro. Enquanto a Teologia se agiganta. Bolsonaro é resultado da fidelidade, da força da unidade entre seu povo.

Sim, o povo brasileiro, em única linguagem, exaltando o conservadorismo, a valorização da fé, trouxe a existência o inabalável mortal, com imensas fragilidades, mas crente em um Deus que torna homens comuns em extraordinários. Exemplo não falta para justificar. Quem era Gideão, Sansão, Jefté, Baraque?

Eram tão somente pequenos e comuns, gente simples do meio do povo, mas foram levantados para tempo determinado e se tornaram extraordinários. Tais homens livraram sua gente do caos. Pois é, Bolsonaro, é o líder que tá livrando o Brasil do caos.

Assim como no tempo que o povo se voltava para Deus em unidade e um homem comum se tonava o instrumento da guarda e proteção, é assim que a Teologia explica:

“Não há sistema que derrube quem decidiu crer”.

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Josinelio Muniz

Formado em Teologia pela Faculdade Teológica Logos (FAETEL), matéria em que leciona na Comunidade Internacional da Paz – Porto Velho, RO. Bacharel em Direito pela (UNIRON) e Docente Superior pela (UNINTER).

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