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Brasileiros do movimento Família Patriota organizam manifestações de apoio a Donald Trump

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Pela primeira vez, brasileiros, de Norte a Sul do Brasil, que elegeram o Presidente Jair Bolsonaro vão realizar manifestos, de apoio à reeleição do Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), o Republicano Donald Trump, nas principais cidades do País.

A realização dos manifestos, que vem sendo arquitetada, desde o início deste mês, ganhou, neste momento, mais força, ainda, em razão de o candidato Democrata Joe Biden, no primeiro debate televisivo, realizado no dia 29 de setembro, nos EUA, ter afirmado que o Brasil sofrerá “consequências econômicas significativas” se o país não implementar políticas para impedir o desflorestamento da Amazônia.

Isso causou indignação aos brasileiros haja vista, principalmente, o trabalho que o Governo do Presidente Jair Messias Bolsonaro está executando, por meio das Forças Armadas, na Amazônia, e sob o comando do general da reserva do Exército Brasileiro, vice-Presidente Hamilton Mourão.

Os manifestos ocorrerão neste domingo, dia 4 de outubro, às 10h, em frente às representações diplomáticas em Brasília/DF, onde está situada a Embaixada, e em algumas capitais, onde há consulados e escritórios daquele País.

Tudo está sendo organizado pela liderança do movimento Família Patriota, coordenado pelo engenheiro, teólogo, e ativista político, Renan Sena.

Sena e os integrantes do Família Patriota, composto por líderes da Direita de todos os Estados do Brasil, foram os responsáveis pelo início da realização das carreatas, na Esplanada dos Ministérios, que houve no primeiro semestre deste ano, em apoio ao Governo do Presidente Jair Bolsonaro.

Foram, ainda, orquestradores do acampamento, com duração de dois meses, na Praça dos Três Poderes, em meio ao Palácio do Planalto, Supremo Tribunal Federal (STF) e Congresso Nacional, onde permaneceram, dormindo ao relento, em apoio ao presidente e para chamar a atenção de todos sobre o avanço do comunismo em solo pátrio.

Agora, a direção do movimento está direcionada a contribuir, da forma que puder, com o fortalecimento da união dos maiores produtores, e exportadores, de alimentos do mundo: EUA e Brasil. Isso como forma de, inicialmente, fortalecer a democracia, a livre iniciativa, e a liberdade de expressão dos dois povos, com ênfase à liberdade religiosa.

A meta é ajudar a consolidar a democracia nos países do continente Americano, e cimentar obstáculos ao avanço, paulatino, do comunismo e do socialismo como sucedeu na Venezuela, e está a desenrolar-se na vizinha Argentina.

“Acreditando que o futuro da nação brasileira está vinculado à esperança de Donald Trump ser reeleito na América, e que qualquer outra pauta, que não seja essa, não converge para com os objetivos de manter, no poder, o Presidente Jair Bolsonaro, e, simultaneamente, manter afastado do poder, o comunismo, vamos realizar as manifestações em frente às representações diplomáticas dos Estados Unidos”, disse Renan Sena.

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