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Traições de Mandetta e Moro deixaram Bolsonaro mais cauteloso na movimentação das peças do xadrez político

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Depois de Mandetta e Moro, Bolsonaro ficou muito mais cauteloso quanto às suas indicações e a movimentação das peças no tabuleiro do xadrez político.

Não tenham medo. Confiem. A caminho da reeleição ele, que é assessorado por inúmeros estrategistas e por isso ganhou todas as quedas de braço até agora, não iria dar um passo em falso e queimar seu próprio destino político.

Antes de cogitar um nome são feitas inúmeras reuniões com a sua base de apoio e uma análise apurada das possibilidades. Não estamos falando do dono da carrocinha de pipoca que vai escolher quem vai vender a pipoca. Estamos falando do Presidente da República. Ele está jogando um jogo profissional e bastante pesado. Enquanto a esquerda está na lona e blefando com sequências quebradas, ele já está com um Royal Flush, na mão. E muitos aqui apostando no blefe?

Tenha calma. Não digo que é uma indicação 100% infalível, mas diante do cenário e de todas as possibilidades (inclusive de aprovação pelo Senado) é a que se apresenta com maiores condições de aprovação.

"Ah... mas eu queria o Bretas". Tá... Eu também queria, mas querer não é poder. Pense aí! O que adiantaria ele indicar o Bretas e no final, o Senado que tem uma enorme manipulação da esquerda vetar o cara? Você está com uma espingarda na mão e só tem um tiro. Tem dois tigres na sua frente prontos pra te atacar. O que você vai fazer? Vai atirar no que está mais perto ou no mais bonito?

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