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COVID-19: mais um sucesso da China rumo à liderança econômica mundial

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Que o COVID-19 teve origem na China e que o governo de Xi Jinping fez de tudo para espalhá-lo para o mundo não é mais novidade para ninguém.

Agora, que ele pode ter se originado nos laboratórios chineses, apesar das crescentes denúncias e evidências nesse sentido, é que é ainda motivo de controvérsias. No entanto, o que não faltam são motivos para crer que isso seja verdade.

Em reunião do Partido Comunista da China – PCC, simplesmente o maior partido do mundo, com mais de 90 milhões de filiados e correspondendo a aproximadamente 7% da população do país, o líder Xi Jinping determinou o chamado “sonho chinês”, que diz que a China será a maior potência econômica e militar do mundo até 2049, ano do centésimo aniversário da República Popular.

Esse novo objetivo, faz parte dos ideários de qualquer partido comunista. Um alvo a ser alcançado. Nos tempos de Mao Tsé-Tung esse alvo era a revolução. Uma vez que ela foi conquistada, não havia mais sentido continuar nessa luta, eis que então a conquista do mundo entra em vigor como todo sonho socialista pretende seguir.

Assim, o primeiro passo foi estruturar a nova rota da seda, que permitiu a ampliação de ferrovias, portos e rotas de transportes pela Ásia e Europa, com um objetivo muito simples: permitir a expansão do comércio chinês vendendo suas mercadorias com entregas em tempo recorde.

Não faltou então ofertas de empréstimos para países mais pobres interessados na tentadora modernização de novas infraestruturas comerciais. Assim, dezenas de países se inscreveram, mas o preço foi alto. O Sri Lanka, por não poder pagar os altos juros impostos pela China, acabou sendo obrigado a aceitar um novo acordo que permitia total controle do porto instalado no sul do país pelos chineses por 99 anos.

A China também comprou infraestruturas estratégicas na Grécia, França, Alemanha e vários outros países do leste europeu. Em 2018, a ela já controlava cerca de 10% de toda a atividade portuária da Europa, o que curiosamente trouxe consequências políticas inevitáveis rumo ao interesse do grande país asiático.

Devido ao porto de Pireu da Grécia pertencer à China, o relatório de direitos humanos na China apresentado pela União Europeia todos os anos não pôde ser anunciado em 2018 porque a Grécia o vetou. Esse foi só um exemplo de vários outros onde a China se vê no direito de interferir nas decisões políticas de seus países parceiros.

Agora fica fácil entender como o país teve total influência nas decisões da OMS e do controle internacional da imprensa espalhada pelo mundo durante a crise provocada pela pandemia, cuja letalidade, não justificava qualquer tentativa de manter o Lockdown nos países onde o vírus chegou, mas que, por estar sob influência chinesa não pôde ser evitado.

Tais medidas provocou um colapso na economia mundial e colocou todos os países sob dependência direta com os produtos chineses. O que inevitavelmente provocou recessão na maioria das nações enquanto o PIB chinês não via crise alguma, somando 4,9% de crescimento no seu PIB em relação ao mesmo período do ano passado.

Tal plano não foi um mero acidente. À exemplo do que aconteceu com os EUA, que cresceu vertiginosamente após a Segunda Guerra Mundial e permanece líder econômico e potência militar até hoje, somente uma guerra ou uma crise de dimensões internacionais, como uma pandemia por exemplo, poderia colocar o mundo em crise enquanto a economia chinesa seguiria inabalada a fim de que os planos de Xi Jinping para 2049 se concretize.

Considerando que São Paulo está nas mãos dos chineses pelo governador Doria e com as redes de telecomunicação em perfeita harmonia com os interesses da China não é de se estranhar a estreita relação entre essa crise, que inevitavelmente derrubou a nossa economia, e as estratégias da China de dominação mundial.

Assim, cada ato nosso em favor de políticas que estreitam laços com o PCC tem um alto preço envolvido e não deve ser apoiado nem muito menos incentivado, se não quisermos virar sua colônia cedo ou tarde.

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Foto de Alan Lopes

Alan Lopes

Do Movimento Direita Inteligente

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