Raio-X dos EUA: Tudo que a imprensa brasileira não contou sobre a eleição mais importante da história (veja o vídeo)

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A TV Jornal da Cidade Online entrevistou com exclusividade Paulo Figueiredo Filho, jornalista, empresário e economista que vive nos Estados Unidos e fez uma análise imperdível sobre tudo que está acontecendo na América, desde a disputada eleição entre Donald Trump e Joe Biden – o último debate ocorreu na quinta-feira (22); passando pela violência de grupos marxistas financiados pela ala radical democrata; até o êxodo de americanos que estão abandonando os grandes centros para viver em estados governados por republicanos.

Em conversa franca, Figueiredo falou tudo que a imprensa tradicional brasileira tenta esconder.

“A eleição americana é o evento mais importante do mundo. Não tem nenhum outro acontecimento que influencie tantos países ao mesmo tempo que a eleição americana. Nesse momento estamos vivendo uma situação única no mundo, a questão do impacto do coronavírus, que teve consequências também na política americana e na dinâmica eleitoral do país, seja na votação pelo correio, seja na própria forma como os americanos estão vendo seus líderes”, ressaltou Figueiredo.

Um notebook e um escândalo na hora ‘h’

Quem diria que o notebook enviado por Hunter Biden, filho de Joe Biden, para o conserto poderia causar alvoroço nas eleições americanas – no computador foram encontrados e-mails que apontam para favorecimento político e conteúdo gravado que mostra Hunter fumando crack e praticando sexo explícito.

“Já se sabia que Joe Biden tinha agido para defender os interesses da Burisma, empresa da qual Hunter fazia parte do conselho de administração, mas nunca se teve prova dessa influência, era evidente, mas faltava prova material, e agora com esses e-mails, o caso é inequívoco, tem os dirigentes da empresa falando como podem tirar vantagem da influência de Joe Biden, mandando email para ele... O que também chamou muito atenção foi a forma como Twitter e o Facebook agiram para esconder [o escândalo]. Sobre se isso influencia a eleição ou não, é difícil saber, não sabemos o efeito que isso vai ter nos eleitores, principalmente nos seis estados que vão definir as eleições”, explicou Figueiredo.

Uma curiosidade: Paulo Figueiredo Filho é neto do General Figueiredo, o último presidente a governar o Brasil durante o regime militar.

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da Redação
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