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Psicanalista incorre em absurda falha ética ao avaliar o presidente por uma brincadeira

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A visita do presidente Jair Bolsonaro à cidade Imperatriz no Maranhão, na quinta-feira (29), foi um sucesso de público.

Ele foi bem recebido e ficou tão à vontade, que até brincou com um grupo de pessoas que lhe serviam a bebida rosa típica da região.

Em clima descontraído disse:

"Agora eu virei boiola. Igual maranhense, é isso?". "Guaraná cor-de-rosa do Maranhão aí, quem toma esse guaraná aqui vira maranhense", emendou, mostrando a bebida.

Em poucos minutos, o governador do Maranhão Flavio Dino, (PCdoB) anunciou no Twitter que vai processá-lo pelos comentários e por homofobia.

As redes sociais e mídias diversas não tem outro assunto há três dias.

Encontrei a psicanalista Vera Dias, que defende as “minorias oprimidas (mulheres, negros, LGBTs)”, que aproveitou o episódio do guaraná rosa, para fazer um diagnóstico bombástico do presidente: ela insinua com todas as letras que o Jair é gay enrustido.

Sou psicóloga e especialista em Avaliação Psicológica, mas, nunca tinha visto uma falta de ética tão grande e tamanho desrespeito para com o presidente, autoridade máxima do país.

Houve um fato em que, no passado, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi flagrado em vídeo em conversa com um candidato petista, em seguinte declaração:

“Pelotas é uma cidade polo né? Exportadora de veado”, mas, nunca ouvi ninguém dizer que ia processar Lula por isso.

E em outra ocasião, Lula chama feministas petistas de 'mulheres do grelo duro'.

A Tese aqui contida serve para enquadrar Lula como homossexual? Deprecia as mulheres?

Transcrevo na íntegra o texto de Vera Dias:

“Jair é um menino que não aprendeu a respeitar as diversidades, ele escolheu um grupo em especial para ‘bater’ em suas piadas: Os gays. Mas, quando Jair deprecia os gays, tb deprecia as mulheres, o que ele odeia nos gays é o feminino, tanto que ele relaciona a cor rosa, estereótipo machista do feminino a homens homossexuais.”

Ela inicia sua fala referindo-se ao presidente como “menino”? Não, ele não é menino imaturo. Mas, pode manter dentro de si um menino desajeitado e brincalhão.

Quando fez a inferência de que ele “escolheu” os gays para “bater” não se atentou para o fato de que, não há registro de que havia algum gay presente, portanto, ela fala por todos os gays do Brasil. Ou, quem sabe a autora seja gay? Aí justificaria um pouco a sua indignação.

“Jair ri do feminino expresso no comportamento gay, Jair acredita que a mulher é inferior, logo um homem que traga em si feminilidade é inferior. Quando Jair faz piada depreciativa contra pessoas homossexuais ele está fazendo um chiste, ou seja, falando o que realmente pensa através do humor e assim quando cobrado sai pela tangente e diz que ‘é só uma brincadeira’. Mas, não é. São sentimentos de ódio, rejeição, desprezo que ele tem reprimido pelo feminino.”
“Jair gosta de homem másculo, admira a masculinidade e tudo que é produzido por este tipo de homem. O afeto de Jair é pelo masculino.”

O Jair tão julgado aqui pela psicanalista, não acredita que mulher é inferior, muito pelo contrário, ele foi o primeiro presidente da história do Brasil que cedeu a palavra para que sua esposa falasse antes do seu próprio pronunciamento, como presidente empossado. Ela falou em nome das pessoas que nunca foram ouvidas: as surdas! Inesquecível e emocionante performance da primeira-dama.

A bela mulher do Jair trabalha como voluntária, em prol das minorias, dos que não tem voz. Que inveja?!

Jair tem outras duas mulheres presentes em sua vida: a sua mãe, Olinda e sua filha Laura. No dia da posse, já com a faixa presidencial, inclinou-se para abraçar a sua mãe na cadeira de rodas. Lindo gesto!

Já a Laura, sua amada filha com Michelle, companheira de todos os passeios, nasceu após uma reversão de vasectomia. Que machista hein?!

E sobre odiar os gays? Perguntem ao Agustín e à Karol Eller.

O maquiador Agustín é amigo da primeira-dama e frequenta o palácio do planalto.

“Jair gosta de homem másculo, admira a masculinidade e tudo que é produzido por este tipo de homem. O afeto de Jair é pelo masculino.”

Aqui o cúmulo da ousadia: insinuou que o Jair é gay.

Devo admitir que também acho que Jair gosta da sua masculinidade, se identifica como um homem heterossexual, pai de 04 filhos homens, espera que todos sejam heteros (assim foi rigidamente ensinado). É cultural.

Acaso alguém foi ensinado a esperar por um filho gay?

Quem não tem um pai ou um avô "homofóbico?".

Não há dúvida que:

“O afeto de Jair é pelo masculino”.

Jair tem orgulho de ser homem.

Desde que foi eleito, anda a tiracolo com os seus 04 homens.

Há fortes indícios de que ele AMA APAIXONADAMENTE cada um desses filhos.

Um homem que ama seus filhos está apto a amar os outros homens.

Amor fraterno, que busque a paz e justiça para todos os homens e mulheres, independente de orientação sexual.

A sexualidade é apenas uma dimensão da vida.

O ser humano é muito mais que o seu corpo. A fixação no corpo só traz infelicidades e incompletude. A alma não é complexa, só quer paz.

Cada pessoa deve buscar desenvolver-se por inteiro, aceitando-se tal como se é, sem precisar de intermediários para suas causas. Para além da sexualidade, buscar valores mais elevados, considerando os seus planos e seus sonhos.

Nesse episódio da brincadeira sem graça do presidente, mais triste ainda é ver os "juízes" de plantão, esperando uma "canelada" dele para declarar impedimento. Falsa moral.

É quase um sacrilégio uma autoridade processar outra autoridade, por suposta “homofobia”, quando as igrejas estão ardendo em chamas no mundo todo, em um declarado ataque de “Cristofobia”.

Quando foi que o homem ganhou mais importância do que Deus?

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Foto de Bernadete Freire Campos

Bernadete Freire Campos

Psicóloga com Experiência de mais de 30 anos na prática de Psicologia Clinica, com especialidades em psicopedagogia, Avaliação Psicológica, Programação Neurolinguística; Hipnose Clínica; Hipnose Hospitalar ; Hipnose Estratégica; Hipnose Educativa ; Hipnose Ericksoniana; Regressão, etc. Destaque para hipnose para vestibulares e concursos.

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