No Fantástico, Xuxa defende seu livro: “Não tem que botar rótulo”

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Neste domingo (1º), Xuxa deu entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo.

Em meio a declarações sobre assuntos como abuso e maturidade, Xuxa comentou sobre sua participação no filme “Amor, Estranho Amor”, de 1982, onde aparece nua em cenas eróticas com um menor de idade.

Mas o principal tema da entrevista foram as críticas ao lançamento de seu livro “Maya: Bebê Arco-Íris”, voltado para crianças, com temática LGBT.

O livro conta a história de uma “anjinha” que decide nascer em uma família formada por um casal lésbico e que, segundo a autora, surgiu por conta de uma grande amiga que morou com ela por quatro meses durante a pandemia, com sua companheira e a filha das duas.

“A gente se apaixona por pessoas. Não vejo isso como uma coisa errada. O amor é muito mais forte. Amor é amor. Dois homens podem se amar, um homem e uma mulher, duas mulheres. Não tem que botar rótulo”, afirmou.

Na realidade, tudo não passa de uma busca desesperada por holofotes...

O esquecimento às vezes adoece...

Xuxa não suporta mais o ostracismo.

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