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Com ausência de escândalos, Bolsonaro é alvo de máquina de pejorativos e Fake News

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Chega a beirar o ridículo, o que os prepostos da imprensa esquerdopata são capazes de fazer.

E o pior, não se cansam de pregar e afirmar que o fazem em nome da democracia, da ética e da imparcialidade.

Dias atrás, um desses prepostos, Otávio Guedes, da Globo News, textualmente fez a seguinte afirmação:

“Bolsonaro cospe na cara do povo, quando não estende a possibilidade de pagamento do auxílio emergencial, a toda a rede bancária. Com a possibilidade do aglomeramento desencadear até o perigo de as filas que se formam nas proximidades das agências da Caixa, provocarem a contaminação das pessoas, pela Covid 19”.

Ou seja, dava ênfase a um suposto problema, culpando o Presidente, dando como verdade que ele cuspia na cara do povo, ao não permitir que o restante da rede bancária, além da Caixa, pagasse o auxílio.

Quem assistia essa declaração, podia ter a impressão de que o declarante estava com a razão. Mas, o que ele não dizia, de propósito ou por não saber do que estava falando, era que não seria possível abrir o pagamento do auxílio emergencial a todos os bancos, porque somente a Caixa Econômica Federal possui os sistemas de controle de pagamentos de programas que vão do Seguro Desemprego, ao FGTS, passando pelo PIS e outros. Só a Caixa pode entrecruzar os dados desses sistemas, a fim de evitar fraudes e pagamentos indevidos. Os demais bancos não possuem tais dados, ou concentrações de informações.

Esse não é um caso isolado. Muitos representantes dessa “corporação do mal” tratam a figura do Presidente com indisfarçável juízo de valor errôneo, pejorativo, para dizer o mínimo. Muitas vezes, generalizam, fazendo alegações como: genocida; antidemocrático; homofóbico; grosseiro; censurador e muitos outros adjetivos maldosos. Além do mais, pela falta de escândalos de corrupção e não satisfeitos, até porque o Presidente da República, nem questiona direito de resposta, tal o grau de importância que dá a esses ataques infundados, até já desejaram a morte de Bolsonaro, como o fez o jornalista Hélio Schwartzmann, da Folha de S.Paulo. Comportamento só comparável ao de uma verdadeira máquina de pejorativos e Fake News.

Não bastasse isso, tem mais integrantes dessa “corporação do mal, com os seus mandamentos”: “Vamos incendiar o país” – do MST; “Vamos fazer uma guerra civil” – da CUT; “É preciso derramar sangue” – Benedita da Silva, PT; “Vamos fuzilar” – Mauro Iasi, PCB; “Vai morrer gente” – Gleisi Hoffmann, PT; “Eles vão apanhar nas ruas” – José Dirceu, PT.

Mas agora, aonde está qualquer ato que possa caracterizar ou ser chamado de autoritário, antidemocrático, genocida, homofóbico, grosseiro, censurador? Se no pretenso caso de genocídio, foi impedido e amordaçado pelo STF, para a não atuação na pandemia? Que censura, se quem propôs várias vezes por seus asseclas, essa mordaça no Congresso Nacional, aos meios de comunicação verdadeiramente livres e desnudados de qualquer viés comprometedor, foram os governos do PT? E isto, não é fake. É somente uma pequena constatação dos fatos, como eles foram e são. Não como a “corporação do mal” deseja.

Foto de Jacó Carlos Diel

Jacó Carlos Diel

Filósofo, jornalista e bacharel em Direito.

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