Atuação da Lava Jato já reflete na Argentina e pode chegar em Cristina Kirchner

Em abril, a ex-presidente Cristina Kirchner terá que prestar depoimento à Justiça num processo sobre irregularidades no Banco Central.


Um de seus mais fiéis seguidores, o ex-secretário de Transportes Ricardo Jaime, acaba de ser preso por ordem de um juiz que investiga a compra de trens em mau estado e pagamento de propina por parte de empresas de Espanha e Portugal.

Jaime também aparece em documentos da Operação Lava-Jato, como suspeito de ter recebido dinheiro da Odebrecht.

Tais ações investigativas tiveram início baseadas em informações recolhidas pela Polícia Federal brasileira sobre supostas negociações entre Ricardo Jaime e a Odebrecht, através de um testa de ferro identificado como Manuel Vázquez.

A empresa teria pago propina a Jaime, através de Vázquez, para participar de uma obra, a linha ferroviária Sarmiento.

O promotor argentino Sergio Rodríguez, cuja missão é detectar irregularidades na função pública, já esteve no Brasil reunido com investigadores da Lava-Jato.

A Justiça está avançando celeremente em processos contra ex-funcionários e contra a própria ex-família presidencial.

As acusações de corrupção são inúmeras. Somente em Buenos Aires foram apresentadas 2.160 denúncias envolvendo funcionários dos governos do casal Kirchner.

Entre os investigados mais notáveis estão a própria ex-presidente, o ex-vice, Amado Boudou, e os ex-ministros Julio de Vido (Planejamento), Nilda Garré (Defesa), Felisa Miceli (Economia), o ex-diretor da Afip (Receita Federal local) e atual presidente da Auditoria Geral da Nação Ricardo Echegaray, e o ex-vice presidente e ex-governador da província de Buenos Aires, Daniel Scioli.

da Redação

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