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João Doria, chama de “equívoco” contrato entre Butantan e Sinovac

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O Governador de São Paulo, João Dória (PSDB), em coletiva para explicar o contrato 'desequilibrado' entre o Instituto Butantan e o gigante farmacêutico chinês, a Sinovac, chamou de “equívoco” o contrato que a CNN Brasil divulgou, em primeira mão, ontem.

Questionado por centenas de cidadãos em seu perfil pessoal do Instagram sobre a veracidade do acordo injusto para o Brasil, Dória respondia sempre a mesma coisa:

“A CNN cometeu erros graves nesta reportagem. Apresentou um acordo de intenções assinado entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac como se fosse o referido contrato firmado. O Instituto Butantan já esclareceu esse equívoco para a CNN”.

Sem dar mais detalhes, o Instituto limitou-se a dizer que “tratava-se de um acordo e não contrato”.

Na coletiva de imprensa, Dória afirmou que a pandemia está controlada em SP, inclusive, no que diz respeito aos números de leitos. Apesar da melhora no contágio da doença, ele alegou que a vacina é necessária para proteção da vida e disse que o estado paulista continua com restrições de isolamento. A tal “segunda onda” foi descartada, mas a pandemia continua circulando.

Perguntado se o coronavírus causa depressão e transtornos psíquicos como afirmou recente pesquisa britânica, o diretor do Instituto Butantan, principal patrocinador da 'vachina', Dimas Tadeu Covas, disse que o estudo tem que levar em consideração pessoas que estavam em UTI, perderam peso ou entes queridos e foram pacientes graves. Pois, segundo ele, esses dados alteram os resultados. Além disso, ele ainda citou o próprio isolamento como uma das causas que levam a problemas psíquicos leves e moderados nos pacientes com covid-19.

O isolamento é uma das medidas mais impostas pelo Governo Dória, desde o início da pandemia.

A 'vachina' segue com testes no Brasil, na fase 3, que é a da eficácia, de acordo com Dimas Covas. Os voluntários são trabalhadores em saúde, considerados grupo de risco. Pois, o número de infecção entre eles é grande. Mas, foi destacado que o Butantan pretende incluir outros grupos como jovens, crianças, idosos e grávidas para completar os 13 mil voluntários de que precisa.

Analisando o número de pessoas que se voluntariam, tudo parece indicar que o brasileiro não está nem um pouco confiante na eficácia da 'vachina' e que, ao contrário, vê mais riscos nela do que benefícios.

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da Redação
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