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Existem bons candidatos! Não caia na enganação de sempre... (veja o vídeo)

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Como uma cidade pode reverter uma tendência política que a domina por muito tempo? A melhor maneira é, sem dúvida alguma, que seus eleitores tenham consciência política.

Olhando para o Brasil, podemos pendurar nos varais do aprendizado várias mensagens que tocam fundo nessa questão. Vou publicar duas delas; uma do filósofo grego Platão e outra do dramaturgo e poeta alemão Bertold Brecht.

Por vias dos fatos históricos com que o Brasil foi submetido desde a metade no último século até aqui, para não incorrermos numa absurda e profunda análise de seus 500 anos, podemos considerar que o brasileiro está aprendendo a exercer esse poder de escolha.

Numa analogia com o jogo de boliche, o eleitor não é o pino que vai ser derrubado pelo candidato, mas o contrário. Ele é a bola que vai tombar o mau candidato. E não pode errar, senão, perde o jogo. E só joga daqui a quatro anos de novo.

Desde a eleição do conservador Jair Bolsonaro em 2018, parece que uma luz no fim do túnel vai iluminando, ainda mais, um caminho diferente na postura dos políticos, bem como dos eleitores.

Por muitas cidades brasileiras, candidatos vem se apresentando com um discurso coerente, trabalhando com a verdade, com a moralidade e a ética, sem deixar de citar questões ligadas á família.

Estes valores vêm sendo respaldados pela vontade de abrir um novo horizonte na condução dos municípios. Aqui em Minas Gerais, várias cidades despontam neste sentido. Belo Horizonte, Ipatinga, João Monlevade, Itaúna e Mariana são algumas delas.

As propostas apresentadas por candidatos destas cidades não têm aquele discurso com perfil oportunista ou de chantagem emocional como é contumaz por candidatos da chamada velha política. Alinhados com a demanda da sociedade, as propostas vêm de forma objetiva, mostrando o problema e a solução para discussão.

Os conceitos são diferentes, de simples compreensão e trazem em seu bojo a credibilidade do candidato. Não há viabilidade de conchavos políticos, troca de favores ou do toma lá dá cá. Tem coragem para mudar o sistema, mesmo que aconteça o confronto. A origem de seus nomes, com a chancela dos partidários, é outro fator que confirma a possibilidade de uma mudança de forma consistente.

Um exemplo é o candidato a prefeito, e seu vice, na cidade de Mariana. Bruno Mól do Republicanos, e seu vice, do Democracia Cristã, o médico Rodrigo Miranda.

Bruno Mól, vereador por três mandatos, conhecedor das demandas da população, de forma clara, já tem como determinação para seu mandato que vai convocar um secretariado com profissionais técnicos e capacitados; e as várias obras paralisadas devem ser finalizadas primeiro, por exemplo.

Suas preocupações e bandeiras nesta eleição tem como pano de fundo a coletividade. Senão, vejamos: tem olhar para questões da água na cidade. Tem água em abundância, mas não chega às torneiras. Em pleno século XXI, numa cidade próspera e rica, caminhões-pipa trafegam pela cidade para atender uma parcela da população.

Na área da saúde, propõe autonomia do município na questão do atendimento à população, e para tanto, é ousado, com um projeto de construção do Hospital Público Regional, além da criação de centros integrados e de referência na saúde.

No setor do transporte público, se coloca à disposição para iniciar uma nova era no atendimento aos moradores da cidade, especialmente, em locais onde o tráfego veicular coletivo necessita de adaptações. Para enfrentar este desafio vai municipalizar o transporte público na cidade, e ainda ampliar e apoiar novas opções de transporte coletivo.

Como muitos candidatos no estado com este novo perfil político, Bruno Mól tem um discurso reto para com o eleitor, e até mesmo seu vídeo de campanha, o conceito de sua apresentação é diferente, o que justifica o título desta coluna.

Assistam a mensagem que Bruno Mól dá ao eleitor numa entrevista concedida ao jornal O Espeto, e seu vídeo de campanha:

Confira:

A todos estes candidatos diferentes, e aos eleitores, desejo boa sorte, com uma mensagem: A hora é agora!

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