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Colégio Marista de Belém suspende aulas depois de ser notificado sobre festa de alunos ironizando evento católico

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Enquanto as escolas ficam proibidas de ministrar aulas devido à pandemia do coronavírus, alunos do convênio do Colégio Marista Nossa Senhora de Nazaré, em Belém, fazem festa e ironizam o Círio de Nazaré (a segunda maior festividade religiosa católica do Brasil) para imprimir canecas que foram utilizadas na folia.

O caso chegou ao conhecimento da direção da escola e muitos alunos e funcionários chegaram a receber a foto da tal caneca. A instituição tem 117 anos de fundação e é uma das mais tradicionais no país. A Rede Marista, inclusive, tem atuação em diversos lugares do mundo e, dentre o roll de atividades dos “filhos de Champagnat”, estão universidades, hospitais, centros sociais e escolas.

Apesar de toda essa estrutura, o Colégio Marista de Belém é conhecido mesmo pela diferença que os alunos fazem entre colegas 'ricos' e 'pobres' e já foi palco de muitos incidentes em sala de aula.

Mas, engana-se quem pensa que a escola católica é a única com discentes de mau comportamento. No Colégio Equipe, que tem várias unidades no centro de Belém, também houve denúncias sobre um aluno que teria dito em conversas do whatsapp ter estuprado uma colega de turma. Houve retaliações por parte de outros estudantes e o denunciado saiu de todas as redes sociais e se mudou para São Paulo; a fim de fugir das “perseguições” que sofria.

A direção do Marista Belém divulgou nota aos pais e responsáveis dos alunos, suspendendo as aulas presenciais por uma semana.

“Não podemos permitir que nesta reta final os estudantes esmoreçam diante dos obstáculos, faltando aulas, não participando das atividades preparadas com muita responsabilidade por nossos educadores, sejam nas aulas presenciais ou nas atividades extra classe de revisão, banalizando as avaliações e desafiando regras que comprometem o trabalho sério da nossa equipe técnica.”

É a chamada geração “Paulo Freire”, que só estuda quando, onde e se quiser.

E, assim caminha a humanidade.

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da Redação
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