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Sem despontar nas pesquisas, candidato apoiado por Bolsonaro surpreende em Belém e vai para o 2° turno

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Vitória do candidato do presidente Jair Bolsonaro, em Belém. É o Delegado Federal Eguchi (Patriota). Edmilson Rodrigues (PSOL) será o seu adversário no segundo turno, na capital paraense. O comunista contabilizou 34,22% e o patriota ficou com 23,06%

Interessante é que Eguchi não despontava nas “pesquisas de opinião” nem 24 horas antes do pleito. O 'jornaleco' dos Barbalhos, por exemplo, “Diário do Pará”, no domingo da eleição (15), garantia que o sobrinho de Jáder, José Priante (MDB) venceria tranquilamente os outros concorrentes com 21,0% e iria para o 2° turno com o ex-prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues (1996-2000).

Indignados, os principais jornais do Norte do país, O Liberal e Amazônia, pertencentes à Família Maiorana, divulgaram Nota de Repúdio, na capa dos exemplares desta segunda-feira (16), informando que, para o segundo turno, não pretendem mais anunciar "pesquisas de opinião"; visto que as mesmas foram manipuladas.

A população de Belém pode concluir duas coisas: as pesquisas mentiram e o belenense está tomando vergonha na cara. Deve ser por causa da péssima gestão de Hélder Barbalho no Governo do Pará, notadamente durante a pandemia do coronavírus que, por sinal, ainda vigora no estado, que ele não conseguiu 'empurrar' o primo.

Para quem não se lembra, porque paraense tem memória curta, Hélder teve o pedido de afastamento solicitado pelo Ministério Público do Pará (MPPA), semana passada, por meio do procurador-geral de Justiça, Gilberto Valente Martins. O motivo foi a compra milionária e errada de 400 ventiladores pulmonares, com adiantamento de 50% (25,2 milhões) para a empresa SKN do Brasil Importadora e Exportadora de Eletrônicos Ltda. Por causa da pandemia, o processo de licitação foi dispensado.

Como se não bastasse a aquisição dos aparelhos com 10 tipos diferentes de falhas, o Governo do Barbalho foi além: entregou vale-alimentação, destinado à merenda escolar dos alunos da rede pública paraense (mais de 300 escolas), mas não pagava os supermercados conveniados. Manifestantes de Belém fecharam uma das principais avenidas da cidade, a Augusto Montenegro, em junho passado, pressionando Hélder. O político foi para as redes sociais explicar que a culpa era do prestador de serviço contratado pelo próprio Governo. O “isentão” agiu da mesma forma na investigação que apurava a compra dos ventiladores e culpou terceiros.

Espera-se que o eleitor de Belém lembre desses fatos no segundo turno, dia 29, e vote em quem tem ficha limpa. Os partidos de esquerda e o “centrão”, nas últimas eleições, se mantiveram aliados.

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da Redação
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