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Palavras não binárias, a ditadura linguística que querem nos impor

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Palavras não binárias? Isso é mais uma armação da implantação comunista em nossa sociedade, e para variar, quando não é na saúde e na segurança, vem a arma preferida deles, a educação. Ou seria deseducação?

A bola da vez são palavras binárias ou não binárias. Linguagem não binária, não faz sentido, pois no Latim, a língua mãe, idioma que originou o nosso Português, pode-se dizer assim, tínhamos palavras masculinas, femininas e neutras sendo que as palavras “neutras” caíram para dar lugar a palavra masculina.

A palavra masculina surgiu para expressar também a função da palavra neutra; exemplo a palavra “Todos”, quando se fala essa palavra se refere a “todos” e a “todas”. Na verdade, não precisamos falar as palavras “todos” e “todas”; pois a palavra “Todos” refere-se a masculino e feminino. “Todos fomos ao parque”, “Todos vieram de avião”, “Todos votaram?”

Mentiram dizendo que a palavra não binária é uma tentativa de inclusão, e não podemos mudar as regras da Língua Portuguesa só para favorecer algumas pessoas e suas opções sexuais, ideologias ou outros. Temos que pensar na maioria e não na minoria. E principalmente no que é certo para os padrões de uma sociedade.

Essa tentativa de inclusão na verdade exclui; um exemplo são pessoas com dificuldades visuais, uma pessoa com esse problema precisa de um software para ler, e que precisa ser atualizado periodicamente, veja que transtorno seria esse dialeto para atualizar todos os softwares existentes.

Temos também as pessoas com problemas auditivos que muitas vezes precisam de leitura labial para a comunicação. Imagina uma pessoa assim ouvindo palavras nesse dialeto que terminam com “X” ou XS”; “Todx” ou “Todxs”. Como seria essa interpretação? Fora o fato que muitas dessas pessoas em suas comunicações, procuram ouvir bem as palavras, e não teria uma boa referência.

E as pessoas que possuem problemas de dislexia? Dificuldades com as letras, para quem não tem esse conhecimento do significado da palavra. Como uma pessoa com essa dificuldade entenderá uma linguística dessas? Não tem nenhum sentido aceitarem uma barbaridade destas, e pior, escolas até então renomadas estão apoiando um assassinato desses no idioma do Brasil.

Quem quer esse dialeto não binário? Quem é não binário, é claro, e simpatizantes da causa, e são apoiados até por professores universitários que aprenderam com a educação de Paulo Freire, inclusive professores universitários do curso de Letras, colocando o dialeto acima da Língua Portuguesa.

Temos o fato que a maioria das pessoas são contra esse dialeto e olhando em todos esses contextos, podemos afirmar que o dialeto não binário “exclui” e não “inclui” como eles querem que pensemos.

Querem ser “binários”, não “binário”, sem problemas, que sejam, e se sentirem ofendidos com alguma coisa, procurem a justiça, como todo povo civilizado faz. Mas não queiram fazer ditaduras no nosso idioma.

No bom português: “vão trabalhar e não encham o saco!”

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Foto de Claiton Appel

Claiton Appel

Jornalista. Diretor da Ordem dos Jornalistas do Brasil.


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