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A esquerda está renovando a "estratégia das tesouras" para as eleições de 2022

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Um segredo que a esquerda conseguiu esconder do povo durante muitos anos, mas que finalmente veio à tona, chama-se “Pacto de Princeton”, assinado entre o “tucano” Fernando Henrique Cardoso, representando o “Diálogo Interamericano”, e Lula da Silva, o ”deus” do Partido dos Trabalhadores-PT, em nome do “Foro San Pablo”, na cidade de Princeton, Estados Unidos, em 1993.

No citado “Pacto de Princeton”, essa dupla “dinâmica” inspirou-se na chamada “Estratégia (ou política)-das- Tesouras”, uma artimanha político-eleitoral concebida nas filosofias dialéticas de Hegel (1770-1831) e Karl Marx (1818-1883), que teve o seu apogeu através da ação do líder “bolchevique” Vlademir Lenin, na Revolução Russa de outubro de 1917.

Essa “genial” artimanha esquerdista consistia numa política “faz-de-conta”, em que dois “cumpanheros”, da mesma linha ideológica, passam a disputar uma determinada eleição, um dos quais declaradamente representando os interesses esquerdistas/progressistas/socialistas/comunistas, e o outro, de idêntica linha ideológica,se passando,falsamente, ”fingidamente”, por direitista/conservador/ “moderado”.

A esquerda já vinha dominando a política brasileira, mesmo que aos “trancos-e-barrancos”, desde 1985, fim do Regime Militar, oportunidade em que os derrotados no contragolpe cívico-militar de 31 de março de 1964 se reaglutinaram para retomada do poder com mais “apetite” que um bando de urubus esfomeados quando se deparam com alguma carniça “apetitosa”.

Quem “escancarou” as portas para retorno da esquerda em 1985 foi aquela “praga” política que jamais esteve afastada do poder, e que teve importante destaque na “maldição” que contaminou a política brasileira, ”chamado” José Sarney, que era “vice” de Tancredo Neves, o Presidente eleito em 1984, que não chegou a tomar posse porque faleceu antes, e acabou sendo substituído, primeiro ”temporária”, depois “definitivamente”, pelo seu “vice”, José Sarney, numa “manobra” que muitos consideram até hoje um “golpe” (militar), engendrado pelo então Ministro do Exército, General Leônidas Pires Gonçalves.

A “estratégia das tesouras”, na versão “tupiniquim” do “Pacto de Princeton”, acabou consolidando o domínio político da esquerda, que já vinha acontecendo desde 1985, porém com muito mais “tecnologia”política. E funcionou tão bem que o primeiro presidente “parido” pelo “Pacto de Princeton” foi justamente o “tucano” FHC, um dos subscritores do referido “pacto”, ao lado de Lula, e que tomou posse em janeiro de 1995. A partir daí, até 2018, a esquerda sempre venceu as eleições, invariavelmente “polarizadas” entre o PSDB e o PT. Todos sabiam de antemão que ganharia um ou outro. FHC teve dois mandatos presidenciais (1995 a 2003), Lula outros dois (2003 a 2010), Dilma uma mandato e meio (2010 a 2016), sendo o segundo mandato completado por Michel Temer, em virtude do impeachment de Dilma.

As linhas gerais da nova “Estratégia das Tesouras” da esquerda par as eleições presidenciais que se avizinham (2022) já estão no “ar”. Mudaram, na verdade, alguns “atores”. Deverão surgir novamente dois candidatos fortes de esquerda, com alguns outros candidatos “fracotes” também de esquerda somete para “tapear”, dando a impressão de uma “verdadeira” democracia, e satisfazer a vaidade pessoal de alguns em “concorrer” e poder “aparecer”.

Pessoalmente acredito que Lula será liberado pelo “seu” STF para concorrer pelo PT. Os Ministros “de Lula” estariam só aguardando o momento mais oportuno, na “última hora”.

Seria o candidato da esquerda “radical”.

Enquanto isso, o candidato da esquerda “moderada” já começou a ser desenhado na luta à “ tapas” entre João Doria, Luciano Huck e Sérgio Moro, todos com algum “cheiro” de FHC/PSDB. O primeiro contaria com o “patrocínio” chinês, o segundo da “mamãe Globo”, o terceiro talvez dos “lavajajistas”. E tudo leva a crer que Jair Bolsonaro será o candidato à reeleição pelo “conservadorismo”.

E a “estória” se repetirá? O povo brasileiro cairá novamente nessa armadilha nada original e muito cretina montada pelos “bandoleiros” da esquerda?

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Foto de Sérgio Alves de Oliveira

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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