Pai e filho foram condenados por injúria racial e lesão corporal contra a ex-mulher de João Alberto

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Por essa os lacradores de plantão não esperavam. O pai de João Alberto Silveira Freitas, o cliente espancado e morto em uma filial da Rede de Supermercados Carrefour, foi condenado, em 2019, por injúria racial.

Isso mesmo!

Sentença da primeira instância revelou que, João Batista Rodrigues Freitas envolveu-se numa briga do filho com a ex-nora, Marilene Santos Manoel, e teria chamado-a de “negra macaca”.

No processo, ainda consta que, tanto João Alberto quanto o pai, também foram condenados por violência doméstica. João pegou 7 meses de prisão em regime semiaberto e o pai, 1 ano e 5 meses no regime aberto.

Marilene contou à polícia que estava limpando a casa, em maio de 2019, quando João Alberto passou na porta e a xingou. Depois, entrou e “passou a agredi-la com vários socos na cabeça, e feriu seu rosto com os dedos na região do nariz”.

Para se defender dos ataques, ela disse que empurrou João Alberto, “momento em que seu ex-sogro, João Batista, a puxou para seguir com as agressões e a ofendeu”. O Ministério Público afirmou que o ex-sogro segurou Marilene para que o filho pudesse golpear a ex-mulher.

Policiais foram chamados ao local e confirmaram as lesões no rosto da mulher. O laudo pericial descreveu “equimoses nas pálpebras inferiores e escoriação superficial na lateral esquerda do nariz”.

Na segunda instância, Marilene retirou a acusação de injúria racial porque se contradisse em alguns momentos e chegou a afirmar que ele “apenas” a tinha chamado de “Nega”.

A condenação por lesão corporal foi mantida para o pai e o filho porque essa não havia como esconder, já que as lesões eram “visíveis”, de acordo com o relato dos policiais que atenderam o chamado.

Em 2018, o reincidente João Alberto já havia sido condenado, em segunda instância, também por ameaçar a ex-mulher de morte. Desde o fim do relacionamento, ele ia à casa dela, “normalmente após a ingestão de bebidas alcoólicas e passava a proferir ameaças e arremessar pedras na janela”.

A versão de Marilene foi confirmada por um Policial Militar, que depôs como testemunha no caso, e disse que já havia recebido diversas chamadas de Marilene por ameaças de João Alberto.

O cliente morto no Carrefour também tinha antecedentes criminais por porte ilegal de armas.

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