Quatro anos sem Fidel. Recordar é viver!

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Ontem, 25 de novembro, fez quatro anos da morte de Fidel Castro. Um dia fatídico naquele 2016. Morreu ontem também, Maradona, que o tinha como grande amigo e, certamente, um grande admirador. Apesar de muita gente com puro sangue vermelho nas veias sentir-se triste, não vejo nem como imagináveis boas lembranças, ainda que mínimas, diante do terror causado por tal figura e pelo regime repressor e mortífero que ele tanto idolatrava.

Ainda que o politicamente correto ou até mesmo partidários avermelhados possa achar discurso de ódio, abaixo trago uma pequena lembrancinha de recordação pelos "grandes feitos" do ditador cubano. Um pouco de cultura não faz mal a ninguém, mais ainda quando eloquentemente escondida pela mídia com viés “democrático” ou “igualitarista” de hoje. Os trechos foram colacionados da obra Manual Politicamente Incorreto do Comunismo, da Vide Editorial.

Em primeiro lugar, as mortes...

De acordo com O Livro Negro do Comunismo, somente na década de sessenta, quando Fidel e Raul estabeleceram controle completo com a ajuda de Che, seu camarada assassino, de sete a dez mil cubanos foram mortos por motivos políticos. E isso foi só o começo.

Um número enorme de cidadãos cubanos reprimidos — talvez cem mil pessoas — tentou realizar o traiçoeiro nado de cem milhas até a Flórida, em águas infestadas de tubarões. Cerca de quarenta mil pessoas morreram afogadas. Enquanto elas se sacudiam na água tentando respirar, o governo cubano por vezes empregou os recursos do Estado para soltar grandes sacos de areia em suas cabeças, de helicópteros que rondavam acima deles. Compare esses números ao total de americanos que tentaram realizar o nado até Cuba — incluindo todos os esquerdistas que deliravam ao falar sobre a maravilhosa e "livre" educação e o incrível sistema de saúde da utopia coletivista de Castro: zero.

Deixando de lado as dezenas de milhares que morreram no mar, quantas pessoas Fidel Castro matou por meios mais diretos — com uma bala na cabeça, ou confinando-as em uma de suas prisões mortais? As estimativas mais confiáveis (incluindo O Livro negro do comunismo) identificam o número total entre quinze e dezoito mil mortos. É uma quantidade muito grande de pessoas para uma ilha tão pequena.

Quanto ao terror e à repressão...

Quantos cubanos foram feitos prisioneiros por esse psicopata e seu “carrasco chefe"? Em 1959, Cuba tinha uma população de 6,4 milhões de pessoas. De acordo com a Freedom House, meio milhão de cubanos passaram pelo sistema prisional de Cuba. Humberto Fontova demonstra que essa foi uma porcentagem da população maior do que a que passou pelo Gulag de Stálin na União Soviética. Fontova observa ainda que não é coincidência que Che, que adorava a liderança soviética e emulou minuciosamente seus métodos, muitas vezes assinasse sua correspondência pessoal como "Stálin II".

Sérgio Mello.Defensor Público no Estado de Santa Catarina

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da Redação
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