Com exímia precisão, jornalista explica o uso do termo "gripezinha" e acaba com narrativa falaciosa da esquerda (veja o vídeo)

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Em programa da Jovem Pan, “3 em 1”, o economista e jornalista, Paulo Figueiredo Filho, “calou a boca” da esquerda durante o debate. Na ocasião, além de Figueiredo, participavam os comentaristas, Thais Oyama e Josias de Souza.

Questionado se o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a Covid-19 era “apenas uma gripezinha”, Figueiredo disparou:

“Bolsonaro disse mesmo se o coronavírus era mesmo uma gripezinha??”, interpelou os adversários, repetindo – em alto e bom som – as palavras que o chefe do Executivo declarou no início da pandemia.

“No meu caso particular, pelo meu histórico de atleta, caso eu fosse contaminado pelo vírus, não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou seria, quando muito, acometido por uma gripezinha ou resfriadinho, como bem disse aquele conhecido médico daquela conhecida televisão”, comentou o presidente na época, fazendo referência ao médico Dráuzio Varella, contratado da Rede Globo, pessoa que, anteriormente a ele, se referiu à doença como uma “gripezinha”.

“Ele disse que era uma gripezinha?? Não! Ele disse que, no caso particular dele, seria uma gripezinha. E o que aconteceu? O presidente estava certo ou estava errado? Ele pegou o vírus? Pegou! E o que aconteceu? Pra ele foi o quê? Uma gripezinha!”, explicou o jornalista, lembrando que houve torcida explícita dos meios de comunicação do país para que o Bolsonaro morresse, como foi o caso da Folha de S.Paulo.

“Ele não estava dizendo que seria (uma gripezinha) pra todo mundo”, trazendo à memória dos colegas de jornalismo que é só assistir ao vídeo inteiro e verificar o contexto, antes de propagar fake news.

Inclusive, em março, quando, praticamente, não existia casos no Brasil, Jair Bolsonaro já traçava estratégias para salvar vidas e evitar o desemprego em massa e chegou a antecipar que o grupo de risco da doença eram pessoas acima dos sessenta anos.

“Devemos ter extrema preocupação em não transmitir o vírus para os outros. Em especial, aos nossos queridos pais e avós. Noventa por cento de nós não teremos manifestação, caso se contamine”, alertou o presidente.

Por fim, Figueiredo pergunta ao público:

“No final, o presidente falou o quê de errado?”

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da Redação
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