Dilma perde mais uma no STF e impeachment está praticamente consolidado

Os votos necessários para o impeachment já são dados com certos e suficientes.

Assim, como última e provavelmente derradeira cartada antes da votação, o governo recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) buscando barrar o avanço do processo na Câmara, mas acabou derrotado em suas duas pretensões constantes no pedido protocolado pela AGU e deputados do PT.


Por 8 votos, o STF rejeitou o pedido para suspender a votação do processo, marcada para domingo (17).

A alegação era no sentido de que o relatório da comissão especial do impeachment que recomendou o recebimento da denúncia por crime de responsabilidade teria ultrapassado o teor das acusações, citando questões estranhas, como delação da Lava Jato, e, portanto, ferindo o amplo direito de defesa.

Os ministros entenderam, no entanto, que cabe plenário da Câmara analisar.

Votaram pela negativa da liminar para cancelar a sessão: os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

O STF também validou uma norma do regimento interno da Câmara utilizada por Cunha que prevê a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, começando por deputados do Norte para o Sul, de forma intercalada.


Por outro lado, o caminho de consolidação do impeachment prossegue celeremente. Até a noite desta quinta-feira (14), restavam apenas 04 deputados declararem voto para que o número mínimo de 342 fosse atingido, o que fatalmente deve acontecer nesta sexta-feira (15).

Já se pode antever uma folgada margem no próximo domingo (18).

da Redação

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