Em show de hipocrisia, Felipe Neto "chora" por perder contrato de R$ 7 milhões, mas omite o motivo (veja o vídeo)

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Nikolas Ferreira (PRTB), o 2° vereador mais votado de Belo Horizonte, em 2020, usou o Twitter para publicar mensagem de que “estava muito triste”, ao saber que o youtuber “infantil”, Felipe Neto, perdeu dois contratos publicitários após ele divulgar extenso documentário que denunciava conteúdo pornográfico em vídeos e material impresso de Neto.

No vídeo, Felipe Neto reclama que perdeu os contratos e atribui, sem provas, ao fato de ser opositor ao Governo Bolsonaro.

“Eu perdi dois contratos no valor de sete milhões de reais por ser contra o Governo Bolsonaro, apenas este ano. E dois contratos que a gente sabe que foram por esse motivo”.

Uma interlocutora que participa da “live”, pergunta:

“Contratos comerciais? Para representar marcas?”

Em seguida o “imitador de foca” se contradiz:

“Contratos publicitários. A primeira vez que revelo esses valores aqui. Dois contratos publicitários que, somados, chegam nesse valor. Que não aconteceram por decisões dos membros do board executivo das companhias que, por uma razão que ninguém sabe qual foi, vetaram meu nome”, diz, omitindo que, em outubro deste ano, Nikolas Ferreira fez um excelente documentário chamado “Dossiê Felipe Neto”, no qual o youtuber aparece ensinado práticas pornográficas para crianças, tanto em vídeos como em revistas que ele produz. O que pode ter ocasionado os patrocinadores desvincularem suas marcas do nome de Neto.

Além de Nikolas Ferreira, a apresentadora e atriz, Antonia Fontenelle, já tinha feito uma denúncia contra Felipe Neto na qual pedia ao Ministério Público do Rio de Janeiro que retirasse de circulação o livro “Felipe Neto: a trajetória de um dos maiores youtubers do Brasil”.

De acordo com a apresentadora, na página 25 do livro, há uma ‘brincadeira’ chamada “Casa, mata ou trepa”. Nela, Felipe sugere que o leitor escolha pessoas famosas, como o ator de filmes adultos Kid Bengala, para realizar as ações propostas. Conteúdos impróprios para o público infanto-juvenil com o qual o youtuber sempre trabalhou.

O Ministério Público Federal (MPF) aceitou a denúncia de Fontenelle e disse que, após análise do trecho citado, o procurador da República, Felipe Fritz Braga, entendeu que há indícios de crime e despachou a ação para o Ministério Público do Distrito Federal dar continuidade às investigações.

Sempre arrogante, o “apresentador infantil” finaliza o vídeo sem comentar as ações do MP:

“Agora, eu também não podia perder. Eu não tenho tanto dinheiro quanto as pessoas pensam que eu tenho. Eu não podia ter perdido esses dois contratos”.

Confira:

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da Redação
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