Jornalista comete "erro" terrível, ataca Heleno e leva resposta avassaladora: "Mentiroso! Medíocre, insosso e inexpressivo"

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O general do Exército e Ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional do Brasil, Augusto Heleno, usou o Twitter, neste domingo (13), para reclamar do "antiprofissionalismo" e falta de ética do jornalista Jânio de Freitas, que o acusou de, segundo ele, ser “um velho mentiroso”.

Em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, o colunista voltou a afirmar que o general Augusto Heleno não falava a “verdade”, ao negar sua participação no suposto esquema envolvendo interferência na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para beneficiar Flávio Bolsonaro (PSL).

Sem provas, Freitas disparou contra o ministro:

"O general Augusto Heleno Pereira negou a revelação da revista Época. É um velho mentiroso... Com Bolsonaro, além de desviar a Abin em comum com Alexandre Ramagem, que a dirige, Augusto Heleno já esteve em reuniões com os advogados de Flávio".

"Ramagem, por sua vez, é o delegado que Bolsonaro quis na direção da Polícia Federal, causando a saída de Sergio Moro do governo. Fica demonstrado, portanto, pelas figuras de Augusto Heleno e Ramagem no desvio de finalidade da Abin”, disse, sem demonstrar, de fato, qual prova possuía sobre a interferência além da troca de nomes feita da Polícia Federal pelo presidente Jair Bolsonaro.

General Augusto Heleno não “deixou barato” e disse que o “jornalista” era “inexpressivo” na profissão e desonesto, intelectualmente:

“Jornalista Jânio de Freitas, já provei sua desonestidade intelectual. Outra vez, você me acusa de mentiroso. Mentiroso é você que, por um distúrbio mental, me atribui fatos que nunca aconteceram. Trate-se. Você é medíocre, insosso e inexpressivo, profissionalmente. Pior ainda como ser humano”, finalizou.

Jânio de Freitas é conhecido por escrever acusações ao Governo Bolsonaro a quem já ofendeu de ser “fraude eleita” e até chegou a duvidar da “legitimidade” das eleições democráticas de 2018, que elegeram Jair Bolsonaro como o chefe do Executivo.

Em outubro de 2018, ele escreveu artigo para o site Brasil247 no qual afirmava que houve “dano causado à lisura da eleição para presidente, pelo uso fraudulento da internet em benefício de Jair Bolsonaro. É irreparável e inapagável".

Ainda de acordo com ele:

"São vários crimes associados e simultâneos que se mostram na revelação da repórter Patrícia Campos Mello de que empresas pagaram ao menos R$ 12 milhões por pacotes de disparos em massa de mensagens, no WhatsApp, contra Fernando Haddad (PT)”.

Na CPMI das Fake News, criada para apurar as denúncias de Patrícia, Hans River do Nascimento, ex-funcionário da empresa de marketing digital Yacows e testemunha-chave, afirmou, em 11 de fevereiro passado, o contrário: ele disse que fez disparos em massa para as campanhas de Fernando Haddad (PT) e Henrique Meirelles (MDB), em 2018, contrariando as acusações dos jornalistas da Folha de S. Paulo.

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da Redação
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