Professora que fez discurso de ódio toma severa punição

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Monique Emer, a professora petista que causou revolta nas redes sociais na semana passada por suas postagens agressivas, agora terá que aguentar as consequências de suas declarações.

E elas já começaram.

Em sua página do facebook, a professora desejou a morte a idosos e crianças de direita:

“Da direita, quanto mais morrerem de Covid-19, de tudo, Aids, câncer fulminante, pra mim, melhor é. Já que a gente não pode fuzilar, então que vão na praça fazer bandeiraço e, se Deus quiser, morram tudo de Covid. Adultos, mulheres, idosos e crianças, não vale um, não se salva um”, publicou ela.

Agora a Procuradoria Municipal de Caxias do Sul, cidade onde Monique lecionava, determinou o seu afastamento de suas funções no colégio em que dava aulas.

A Escola publicou nota oficial comunicando o afastamento:

“A Equipe Diretiva e a Coordenação Pedagógica da EMEF Guerino Zugno informam que por determinação da Procuradoria Geral do Município a professora Monique Varela Emer está afastada de suas funções como docente da rede municipal de Caxias do Sul e consequentemente de suas atividades em nossa escola. A professora não deve manter contato com nenhum colega, seja professor ou funcionário, ou com pais e alunos da comunidade escolar da Escola Guerino Zugno”, informou a instituição de ensino.”

Internautas criaram um abaixo-assinado virtual nas redes sociais pedindo a exoneração de Monique Emer, afirmando que a professora faz incitação à violência, e que seu discurso “deixa claro que prega esta ideologia [comunismo] e ódio para seus alunos, fazendo lavagem cerebral em nossos filhos”. A petição recebeu 11.204 assinaturas virtuais e os autores agora pretendem protocolar um pedido de exoneração da educadora.

Há, ainda mais uma denúncia em andamento contra Monique, que foi feita em um ofício encaminhado à prefeitura de Caxias do Sul pela Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo da Câmara Municipal da cidade.

No documento, vereadores solicitaram resposta administrativa por parte do poder Executivo local.

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da Redação
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